terça-feira, abril 21, 2026
sábado, março 07, 2026
A RENDA IMAGINÁRIA
terça-feira, fevereiro 03, 2026
quinta-feira, dezembro 07, 2023
quarta-feira, outubro 18, 2023
SALVAR VIDAS SEGUNDO O DR. COSTA
António Costa reafirmou ontem o que já se tinha ouvido no lançamento do " Ligue SNS24, salve vidas", que já arrancou em Vila do Conde e Póvoa do Varzim, uma iniciativa lançada em Maio passado e da qual não existem resultados conhecidos.
Uma pessoa que se sinta subitamente doente sabe que na maioria dos casos não pode recorrer aos Centros de Saúde onde não se conseguem consultas com a celeridade necessária, e portanto só tem como recurso as urgências hospitalares, mas o dr. Costa acha que antes de lá se deslocar deve telefonar para a Saúde 24.
É evidente que nós descontamos para o SNS, e como tal devíamos ter direito a ser vistos por um médico quando estamos doentes, contudo o dr. Costa acha que em princípio temos que passar pelo veredicto duma pessoa que não é um médico, que não nos conhece, nem tem meios para nos fazer um qualquer diagnóstico, a não ser fazer-nos perguntas. Só depois da indicação do operador da linha SNS24 ou do médico de família é que devemos ir para as urgências dum hospital.
O dr. Costa não sabe o que é desesperar por uma consulta de rotina, ou para uma consulta de especialidade, pois não tem necessidade disso, e é por isso mesmo que diz estes disparates que são um atentado à saúde dos portugueses.
segunda-feira, janeiro 11, 2021
FAZER E DESFAZER
domingo, março 22, 2020
O COVID 19 E OS COMPORTAMENTOS
segunda-feira, novembro 25, 2019
CRÍTICAS POUCO RAZOÁVEIS
sábado, novembro 03, 2018
PATRIMÓNIO E MAUS COMPORTAMENTOS
domingo, fevereiro 19, 2017
domingo, outubro 23, 2016
DOUTRINA M.S.T.
quarta-feira, julho 20, 2016
JARDINS OU RELVADOS?
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sexta-feira, junho 15, 2012
MENOS SAÚDE
sábado, março 03, 2012
A IGNORÂNCIA
Costuma dizer-se que cada um acredita no que quer, o que não significa na verdade que esteja certo ou errado. Há também os que acreditam em coisas para as quais não há uma explicação lógica ou científica, e a isso chama-se fé.
O homem devido à sua própria natureza necessita de acreditar em alguma coisa, chegando mesmo a acreditar no contrário daquilo que é evidente para os outros, o que pode ser devido a uma ilusão ou a pura ignorância.
Passos Coelho foi intérprete de uma tirada daquelas que evidencia a distância enorme existente entre os actores da política nacional e a realidade do país, ao dizer que acredita que os portugueses vão fazer férias de Verão.
Perante comentários negativos e alguns apupos, o primeiro-ministro questionado sobre se pensava que os portugueses ião fazer férias este ano e com que dinheiro, atirou com duas frases lapidares: “Então a senhora acha que o Governo ia decretar que não houvesse férias” e “fazendo uma boa aplicação dos recursos que têm, como é evidente.”
Apetece aqui dizer que a ignorância demonstrada é inadmissível atendendo à posição que ocupa, não só pelo número de desempregados que temos, mas também porque temos boa parte dos que têm trabalho a auferir vencimentos miseráveis, muitos em situações precárias e ainda pensionistas com pensões miseráveis.
Passos Coelho faz mal em fingir que a situação da maioria dos portugueses não é já extremamente difícil, e que já há muita gente que mesmo com empregos só já consegue sobreviver. Fazer uma boa aplicação dos recursos que têm, já não é uma opção para a maioria dos portugueses, por muito que o senhor nos queira fazer acreditar, senhor primeiro-ministro!

terça-feira, novembro 29, 2011
PECADO DA SOBERBA
Sempre ouvi dizer que “quem tudo quer, tudo perde” mas parece que os senhores que apoiam este governo desconhecem o ditado, ou desconhecem o funcionamento da economia.
Já decidiram o corte dos subsídios de féria e de Natal dos funcionários públicos e dos pensionistas em 2012 e 2013, mas nunca se preocuparam muito com o que vão perder no que respeita a IRS, como se isso não fosse importante. Só o era, na sua óptica relativamente ao sector privado, disseram.
Agora mexeram no IVA, e fizeram disparates que nem um analfabeto faria. A água engarrafada paga o mesmo imposto que o vinho, e a restauração passa para os 23% de IVA.
Ninguém nos veio dizer qual o impacto destas medidas, ao nível das receitas cobradas e do desemprego que vão gerar, porque nem eles sabem em que é que se meteram.
Aumentam os horários de trabalho do sector privado em meia hora, diminuem o número de feriados e cortam nas férias e no pagamento do trabalho extraordinário, sem se perguntarem pelo impacto. Quantos postos de trabalho se vão perder?
Estas medidas, entre outras, vão ter efeitos negativos no emprego e na economia, mas temos um governo que teima em castigar os cidadãos, sem ter qualquer previsão fundada da bondade e da utilidade das mesmas.
Será que alguém se convence que quanto mais pobres formos melhor ficará o país?

terça-feira, agosto 02, 2011
A SABEDORIA DO HOMEM COMUM
Eugène Delacroix, in 'Diário'
segunda-feira, agosto 01, 2011
COMBATER A IGNORÂNCIA
A nossa democracia tem apenas trinta e tal anos, e está apenas a dar os primeiros passos, não tendo encontrado terreno fácil para o seu desenvolvimento, quer por factores sociológicos, quer por factores educacionais.
Hoje apetece-me recordar Aristófanes, um dramaturgo que foi um crítico, até mesmo dos deuses, mas que não se eximiu de criticar ferozmente os demagogos da sua época, sendo um defensor da paz e do mundo rural.
Uma das peças de Aristófanes, Lisistrata, descreve uma greve erótica das mulheres atenienses e espartanas, que acabou por trazer a paz aos dois povos. A resistência pacífica acabou por resolver a beligerância bélica.
Não sou um grande apreciador do pensamento de Aristófanes, mas por vezes acho que só nos faz bem conhecer diferentes pensamentos e um pouco de História da humanidade, para percebermos melhor o mundo em que vivemos.
quinta-feira, abril 07, 2011
PEDIR AGORA PARA PAGAR AMANHÃ
Existem dois pormenores que ninguém parece disposto a esclarecer: o primeiro é o do Estado real das contas públicas, e o segundo é sobre as medidas que negociámos com o Fundo Europeu de Equilíbrio Financeiro.
Não dá para acreditar que as entidades que nos vão emprestar dinheiro não tenham exigido saber a verdade sobre a nossa economia, e muito menos que não tenham imposto medidas para a concessão da ajuda.
Será desta que os nossos políticos nos vão dizer a verdade? Afinal somos nós que vamos pagar a factura da sua incompetência governativa.























