sexta-feira, novembro 27, 2020

PUBLICIDADE ANTIGA EM MOÇAMBIQUE

Consultando um arquivo de imagens que uns amigos me fizeram chegar, encontrei algumas imagens de publicidade que eram muito comuns na minha terra quando eu era um adolescente...






 

terça-feira, novembro 24, 2020

O ESPARGUETE DOS TEMPOS DIFÍCEIS...

Vivemos tempos difíceis e dificilmente conseguiremos ultra+assar esta crise sanitária sem o contributo de todos. 

Eu sei que é difícil e basta ver em que mundo vivemos, onde metade desconfia de outra metade, onde a liberdade é encarada de diferentes formas, a responsabilidade é muitas vezes descartada, e a idiotice atinge as raias da loucura.

Aguardemos melhores dias, o que geralmente proporciona mais harmonia...




 

terça-feira, novembro 17, 2020

CUSTA-NOS MAIS…

Com esta pandemia os problemas para os diversos países, a nível económico, apresentam várias faces diferentes, sendo mais graves para uns do que para outros, como é habitual, e nem tudo se explica com a melhor saúde económica de cada país.

Em primeiro lugar falemos do modo como estamos a enfrentar a Covid, e logo aí vemos diferenças muito claras: na 1ª vaga a nossa resposta foi forte e imediata, e os resultados foram muito bons, como todos reconheceram, depois vieram as preocupações com a economia e com o turismo, e atrasou-se o ataque à 2ª vaga, e com medidas muito brandas, resultando tudo na situação que agora enfrentamos, que é muito difícil.

Defender a economia com medidas muito brandas e atrasadas, ou com medidas fortes e logo no início pode fazer toda a diferença, e creio que a má escolha nos está a sair mais cara.

Outra face a encarar nesta situação é a qualidade de vida e a redistribuição da riqueza. O impacto de medidas penalizadoras como o confinamento são mais graves para quem tem menores rendimentos do que para os que têm uma vida mais desafogada, é evidente. Quando as medidas são aliviadas, mesmo com o espectro da pandemia mostrando-se como muito real, a procura interna não volta rapidamente ao normal, porque a maioria está afogada em dívidas, e até desempregada, o que prejudica imenso a retoma.

Concluindo temos que o atraso nas respostas à epidemia, e os baixos salários penalizam muito mais países como Portugal do que outros países, que tiveram melhores respostas e praticam melhores salários.


 

domingo, novembro 15, 2020

quarta-feira, novembro 11, 2020

A ARTE DE GOVERNAR PARA OS GRANDES MERCEEIROS

A coberto da epidemia de Covid, e do estado de emergência estamos a assistir aos maiores disparates deste Governo, que parece alheado de bom senso nas medidas e afirmações com que nos brinda.

A medida de limitação de circulação nos próximos dois fins de semana a partir das 13 horas, e consequente fecho de lojas, cafés e restaurantes a partir dessa hora, é alvo de todas as críticas, e com bastante razão. O problema não está na necessidade de restringir movimentos, mas sim na ineficácia anunciada, pelas injustiças que cria, e até pelas excepções conhecidas.

Durante muito tempo a nossa sociedade sobreviveu com o comércio fechado aos sábados à tarde e aos domingos, em que abertos só estavam os cafés, restaurantes, e actividades ligadas à Cultura e ao lazer, bem como algumas farmácias, e ninguém morreu por causa disso.

Agora o Governo pretende, ao abrigo do estado de emergência, fechar tudo a partir das 13h aos sábados e domingos, exceptuando os supermercados, que como se sabe são quase todos das grandes cadeias alimentares. Esta excepção não se entende, até porque essas superfícies vendem muito mais do que os artigos constantes das excepções consideradas (alimentação e higiene), podendo assim praticar uma concorrência desleal com o beneplácito do Governo. Mais, os grandes merceeiros do pedaço preparam-se para alargar os seus horários.

Outro disparate que não pode passar sem ser referido prende-se com afirmações do ministro Eduardo Cabrita que veio ameaçar que “se for necessário”fecha as estradas e ferrovias” para controlar o cumprimento dos limites à circulação nos fins de semana. Este tique autoritário do senhor ministro, que das recomendações, passou às participações com carácter punitivo, e agora ao bloqueio de estradas e ferrovias, é excessivo e coloca mesmo em causa a aceitação deste estado de emergência, tal qual nos foi apresentado.

Se alguém beneficia destas medidas são os supermercados e a grande distribuição, é a conclusão a que podemos chegar, isto sem questionar a bondade de evitar contactos sociais e familiares...

 


 

sábado, novembro 07, 2020

TRUMP - A HORA DA DESPEDIDA

Tudo indica que o reinado de Trump na Casa Branca está em vias de acabar, e com ele espera-se que outros que tais também sejam varridos do poder.

O consulado de Trump foi dos piores de que há memória nas últimas décadas, não só pelas políticas seguidas, mas sobretudo pelas palavras e acções dum indivíduo que não tinha qualidades para ocupar tão alto cargo num dos países mais poderosos do planeta.

Na hora da saída nem sequer tentou mostrar alguma dignidade, preferindo manter a sua atitude truculenta, com as mentiras de que sempre abusou e os insultos que se tornaram imagem de marca.

Já vai tarde, e não vai deixar saudades às pessoas de bem...

Deixo-vos alguns cartoons, dos muitos que circulam hoje na Internet







 

CONSTATAR O MAU EXEMPLO

Li a notícia “Teletrabalho também será obrigatório nos serviços públicos dos concelhos de risco” e confesso que fiquei siderado.

Segundo o Público esta obrigatoriedade foi esclarecida pelo Ministério da Modernização do Estado e da Administração Pública, mas depois acaba por afirmar que, “porém, os funcionários públicos não são abrangidos pelos mecanismos previstos para o sector privado e que permitem ao trabalhador contestar a decisão da empresa de não adoptar o teletrabalho.”

Enfim, ou o artigo está truncado, ou então isto é muito confuso e demonstra que o Estado não respeita o que impõe ao sector privado.

Seja verdade ou engano, importa dizer que o Estado não se obriga a fornecer o computador para o funcionário trabalhar de sua casa, nem prevê qualquer pagamento compensatório pela utilização do seu material, da sua rede e da sua energia para desenvolver o seu trabalho, aliás como fez na 1ª vaga do Covid.

Enfim, nada de novo para quem conhece por dentro o Estado, que como patrão deixa muito a desejar…