sábado, julho 25, 2026
quarta-feira, julho 22, 2026
O MINISTRO-SOL
segunda-feira, julho 20, 2026
sábado, julho 18, 2026
quinta-feira, julho 16, 2026
A CAUSA DOS LAPSOS DOS NOSSOS GOVERNANTES
Primeiro tivemos os lapsos de Luís Montenegro em redor da Spinumviva, agora são os lapsos de Luís Nunes nas obras numa obra em sua propriedade, e também o lapso na declaração obrigatória do negócio da sua esposa.
Os esquecimentos dos nossos governantes devem ser atribuídos ao excesso de ingestão de queijos, neste país tão rico na sua produção com excelente qualidade.
sábado, julho 11, 2026
segunda-feira, julho 06, 2026
sábado, julho 04, 2026
TRUMP DECLARA UM NOVO INIMIGO

quarta-feira, julho 01, 2026
segunda-feira, junho 29, 2026
sábado, junho 27, 2026
segunda-feira, junho 22, 2026
sábado, junho 20, 2026
ASSIM TAMBÉM EU, DIZIA O OUTRO
sexta-feira, junho 19, 2026
quarta-feira, junho 17, 2026
FUI EU QUE DESCONGELEI
terça-feira, junho 16, 2026
sexta-feira, junho 12, 2026
SISTEMA DO SNS FALHA NOVAMENTE
segunda-feira, junho 08, 2026
quinta-feira, junho 04, 2026
quarta-feira, junho 03, 2026
sábado, maio 30, 2026
quinta-feira, maio 28, 2026
quarta-feira, maio 27, 2026
BENEFÍCIOS E CARIDADEZINHA
terça-feira, maio 26, 2026
COM PAPAS E BOLOS SE ENGANAM OS TOLOS...
Montenegro está agora a fazer um discurso ainda mais populista, na defesa do pacote laboral que pretende implementar, apesar de não ter conseguido passar na Concertação Social, e estar a merecer o repúdio da grande maioria dos portugueses.
Agora, em Braga, veio dizer que o pacote é bom para todos, e que há pessoas que não conseguem entender a sua bondade. Não sei se sugerir que o povo é ignorante é uma boa estratégia, mas ele lá sabe.
Uma das medidas que parece ser uma bandeira que lhe agrada é a do banco de horas, que ele diz que é favorável e benéfica para todos, patrões e trabalhadores. Montenegro pode enganar alguns incautos, mas a maioria dos trabalhadores sabe como esse banco de horas funciona. O patrão avisa com os 3 dias de antecedência que vão ser necessárias 2 horas extra, por dia, nas próximas semanas para satisfazer as necessidades da empresa, e o trabalhador terá que as fazer, naturalmente. Em princípio o trabalhador ficaria com horas para gozar quando lhe fosse conveniente, e avisa o patrão com a devida antecedência que as quer gozar, e aqui reside o problema, pois o patrão pode recusar esse direito alegando a não oportunidade de tal pedido, por necessidades de serviço.
O banco de horas é um instrumento em que o patrão é que decide quando quer trabalho extraordinário, e quando é que o trabalhador poderá gozar esse tempo extraordinário. Montenegro sabe como é mas não o revela, fazendo parecer que é uma medida que funciona igualmente para os dois lados, patrão e trabalhador, o que é uma falácia.













































