quarta-feira, junho 17, 2026
FUI EU QUE DESCONGELEI
terça-feira, junho 16, 2026
sexta-feira, junho 12, 2026
SISTEMA DO SNS FALHA NOVAMENTE
segunda-feira, junho 08, 2026
quinta-feira, junho 04, 2026
quarta-feira, junho 03, 2026
sábado, maio 30, 2026
quinta-feira, maio 28, 2026
quarta-feira, maio 27, 2026
BENEFÍCIOS E CARIDADEZINHA
terça-feira, maio 26, 2026
COM PAPAS E BOLOS SE ENGANAM OS TOLOS...
Montenegro está agora a fazer um discurso ainda mais populista, na defesa do pacote laboral que pretende implementar, apesar de não ter conseguido passar na Concertação Social, e estar a merecer o repúdio da grande maioria dos portugueses.
Agora, em Braga, veio dizer que o pacote é bom para todos, e que há pessoas que não conseguem entender a sua bondade. Não sei se sugerir que o povo é ignorante é uma boa estratégia, mas ele lá sabe.
Uma das medidas que parece ser uma bandeira que lhe agrada é a do banco de horas, que ele diz que é favorável e benéfica para todos, patrões e trabalhadores. Montenegro pode enganar alguns incautos, mas a maioria dos trabalhadores sabe como esse banco de horas funciona. O patrão avisa com os 3 dias de antecedência que vão ser necessárias 2 horas extra, por dia, nas próximas semanas para satisfazer as necessidades da empresa, e o trabalhador terá que as fazer, naturalmente. Em princípio o trabalhador ficaria com horas para gozar quando lhe fosse conveniente, e avisa o patrão com a devida antecedência que as quer gozar, e aqui reside o problema, pois o patrão pode recusar esse direito alegando a não oportunidade de tal pedido, por necessidades de serviço.
O banco de horas é um instrumento em que o patrão é que decide quando quer trabalho extraordinário, e quando é que o trabalhador poderá gozar esse tempo extraordinário. Montenegro sabe como é mas não o revela, fazendo parecer que é uma medida que funciona igualmente para os dois lados, patrão e trabalhador, o que é uma falácia.
domingo, maio 24, 2026
MELO E O ARMAMENTO MILITAR
sábado, maio 23, 2026
terça-feira, maio 19, 2026
segunda-feira, maio 18, 2026
domingo, maio 17, 2026
quarta-feira, maio 13, 2026
A ACADEMIA DA DEMAGOGIA
terça-feira, maio 12, 2026
domingo, maio 10, 2026
sexta-feira, maio 08, 2026
MAIS UMA MINISTRA ALHEADA DA REALIDADE
quinta-feira, maio 07, 2026
segunda-feira, maio 04, 2026
domingo, maio 03, 2026
sexta-feira, maio 01, 2026
quinta-feira, abril 30, 2026
segunda-feira, abril 27, 2026
domingo, abril 26, 2026
terça-feira, abril 21, 2026
segunda-feira, abril 13, 2026
segunda-feira, abril 06, 2026
domingo, abril 05, 2026
sábado, abril 04, 2026
quinta-feira, abril 02, 2026
domingo, março 29, 2026
sábado, março 28, 2026
TRUMP E AS SUAS BIRRAS
quinta-feira, março 26, 2026
terça-feira, março 24, 2026
quarta-feira, março 18, 2026
O MINISTRO PARA QUEM OS NÚMEROS SÃO BATATAS
Segundo as notícias o ministro Castro Almeida terá cometido uma gaffe nas contas com batatas. Na realidade não só cometeu uma gaffe nas contas com batatas como mentiu descaradamente nos aumentos salariais, ao afirmar que os salários reais dos portugueses aumentaram 13,7% em dois anos, o que não é verdade.
Notícia AQUI
segunda-feira, março 16, 2026
A DISCUSSÃO DA LEI LABORAL E A DEMOCRACIA
As discussões relativas às leis laborais não estão a ser realizadas no âmbito da Concertação Social, porque o Governo não convoca a CGTP para as reuniões de trabalho, porque a central sindical disse que estas alterações merecem a sua rejeição.
O Governo pretende negociar apenas com quem possa apoiar as suas medidas, por isso será de esperar que qualquer dia nem queira discutir as lei no Parlamento, mas sim apenas em reuniões com os que estejam dispostos a aprovar os seus diplomas.
Espero que isto seja apenas uma ironia, mas o que se verifica é que temos um governo que não parece admitir opiniões diferentes...
terça-feira, março 10, 2026
segunda-feira, março 09, 2026
A PROMESSA DE SEGURO
Seguro, ainda enquanto candidato à Presidência afirmou que vetaria as alterações às leis laborais sem um largo consenso, ou se considerasse que estas alterações alterassem o desequilíbrio entre trabalhadores e patronato.
A partir de hoje Seguro já é presidente em exercício, e se este pacote laboral lhe chegar às mãos para promulgação, sem acordo na Concertação Social, e provavelmente sem amplo acordo no Parlamento, só lhe restará vetar o diploma, se quiser manter a sua palavra.












































