quarta-feira, janeiro 22, 2025
domingo, abril 16, 2023
LULA NÃO PODE FALAR DE LIBERDADE
Lula da Silva defende que países parem de enviar armas para a Ucrânia para evitar o prolongamento da guerra, e diz que para iniciar uma guerra são necessários dois, e ambas as afirmações são exemplos elucidativos de que a ideologia para Lula é mais importante do que a realidade.
Começando pelo início da guerra é sabido e incontestável que a guerra começou pela invasão da Ucrânia por parte da Rússia, que já tinha iniciado com a invasão da Crimeia e o apoio militar noutra zonas da Ucrânia em 2014, e depois nova invasão em Fevereiro de 2022. Putin bem tentou alegar tudo e mais alguma coisa mas na realidade a Ucrânia não era uma ameaça para a Rússia e a NATO nunca ameaçou invadir ou atacar território Russo.
Quanto ao fornecimento de armamento militar à Ucrânia não passa de ajuda para o país se defender de quem o invadiu e pretende declaradamente anexar à Rússia, ao arrepio das Carta das Nações Unidas. Se Lula pretende de facto contribuir para a Paz na zona, podia e devia ter começado por apelar à Rússia para terminar a agressão e retirasse das àreas ocupadas de territórios ucranianos.
Para terminar preocupa-me que um político que teve estas afirmações venha falar no Parlamento português no dia 25 de Abril de Liberdade, algo que não defende para o povo ucraniano.
sexta-feira, novembro 04, 2022
ONDE ESTÃO A JUSTIÇA E A LIBERDADE HOJE?
sexta-feira, junho 03, 2022
REBANHO IDEOLÓGICO
terça-feira, março 29, 2022
domingo, setembro 26, 2021
AS ELEIÇÕES E O VOTO
sábado, abril 24, 2021
A UTOPIA E A REALIDADE
Estamos a comemorar o 25 de Abril, mas cada um comemora à sua maneira e valoriza o que lhe agradou e nem sempre isso foi igual para todos, tal a diversidade que compões a Liberdade.
O que se passou em 74 e o que se seguiu nos anos quentes, mudou o país e mudou as pessoas, para uns foi o que esperavam, para outros significou vidas destruídas, novos recomeços desilusões, ilusões, até que a realidade se veio a impor.
As cantigas de Abril tinham o seu cunho de insatisfação, desejo de mudança, aspiração dum mundo melhor, mas rapidamente o cariz político partidário começou a ficar evidente. O poder popular começou a evidenciar a ganância de uns a vontade de dominar de outros, as facções iam-se extremando e criaram-se os redutos políticos.
A normalidade das instituições foi tomando forma, e a utopia começou a fenecer perante a realidade que se foi impondo, primeiro timidamente e depois com toda a força. Os desejos de igualdade de direitos, de justiça social, de melhor repartição da riqueza foram sendo esmagados pelo que antes se chamava, capitalismo.A Liberdade não é um dado adquirido e tem de ser cultivada a cada dia, com a participação cívica de todos. As nossas opiniões podem ser diversas, mas são importantes na procura duma vida melhor. Os políticos e os partidos não podem andar em roda livre, podem e devem ser escrutinados por todos, e temos nas nossas mãos o poder de os derrubar, e não é só nas eleições, mas sim com a nossa participação, apoiando, repudiando ou comentando livremente a actualidade.
Frase – “Não alcançamos a liberdade buscando a liberdade, mas sim a verdade. A liberdade não é um fim, mas uma consequência.”
Leon Tolstoi
sexta-feira, abril 16, 2021
PALAS NOS OLHOS
Um dos ditos populares que mais tenho usado por estes dias é, “não há maior cego do que o que não quer ver”, porque às vezes as coisas estão mesmo em frente dos olhos mas a cegueira ideológica não deixa que os vejamos.
O caso das moradas falsas dadas por alguns deputados, que os fez embolsar verbas indevidas, tem sido alvo de bastantes comentários nas redes sociais, mas até agora para atacar ou defender a deputada do Bloco de Esquerda, Sandra Cunha, ainda que, segundo as notícias, existam mais outros deputados na mira do Ministério Público, e ainda mais dois sob suspeita.
Não sou militante de nenhum partido, nem sequer do Bloco de Esquerda, mas tenho que registar que ela foi a única deputada que renunciou ao mandato logo após a notícia ser conhecida, enquanto que todos os outros se remeteram ao silêncio ou atiraram para canto as suspeitas.
Todos conhecemos este expediente em diversas situações e meios, que se aproveitam ter residências em locais diversos daqueles onde têm o seu posto de trabalho, que no entanto só usam esporadicamente, residindo efectivamente a maior parte do tempo nas imediações dos locais de trabalho.
Dos deputados da nação exige-se muito mais do que a esperteza, ou os expedientes legais mas manhosos, para beneficiarem de verbas indevidas. Os deputados eleitos deviam ser um exemplo para os eleitores, e parece que não o são.
Lamento que muitos portugueses ataquem apenas aqueles de quem não gostam, fingindo não saber nada sobre os outros, e que admitam certas desculpas ou argumentos de uns e não dos outros.
terça-feira, setembro 15, 2020
A LIBERDADE E O BOM SENSO
Ser-se livre e ao mesmo tempo equilibrado nem sempre é fácil, mas todos percebemos que temos que fazer concessões para sermos aceites na sociedade em que vivemos.
Há poucos dias foi barrada a entrada no Museu d’Orsey duma senhora que ostentava um decote bastante generoso, facto que a senhora denunciou publicamente, não só perante o museu como frente à comunicação social.
A senhora estava no seu direito, o museu contactou-a e pediu-lhe desculpa, ficando o caso descrito como uma atitude de excesso de zelo do funcionário da recepção. Um facto que não passou despercebido a quem conhece o meio foi o da carta aberta que a senhora publicou nas redes sociais e a foto tirada (nas suas próprias palavras) quatro horas mais tarde. Outro facto também curioso é as instruções dadas em muitos museus, monumentos e palácios para não ser permitida a entrada a pessoas cuja indumentária não seja adequada aos referidos espaços.
Não sei o que levou a que o trabalhador achasse que o traje não era adequado, mas fiquei com a sensação de que a senhora desejava atrair as atenções, mas é apenas a minha impressão.
Quanto às reacções de muitas pessoas, que acham que cada um se veste como deseja quando visita um destes espaços (museus, monumentos, palácios e até igrejas que são monumentos ou parte deles), discordo completamente, mas acho também que devem existir regras explícitas, porque o bom senso não é uma característica de todos os visitantes. Quanto às direcções dos espaços, também deviam ser claros nas instruções que dão aos funcionários e depois saber apoiar as decisões que estejam de acordo com as suas ordens.
Por último, e como exemplo da confusão que alguns fazem entre liberdade individual e ao saber comportar-se em sociedade fica a manifestação que este caso desencadeou, e que por acaso o Facebook bloqueou. A frase “ a obscenidade está nos vossos olhos” não se aplica, e um pouco mais de bom senso faria com que este caso nem tivesse ocorrido.
Resta sempre outra solução, que é a de se permitir que cada um se apresente como desejar em todo o lado, sem restrições, exercendo assim em pleno a sua liberdade de escolha…

segunda-feira, dezembro 30, 2019
A IMPRENSA COMPROMETIDA
sexta-feira, outubro 26, 2018
segunda-feira, março 19, 2018
CULTURA E SENSIBILIDADES
terça-feira, abril 25, 2017
terça-feira, janeiro 24, 2017
A AMBIÇÃO E O PODER PODEM CEGAR
quarta-feira, março 16, 2016
ESTA EUROPA INDESEJADA
sábado, abril 25, 2015
DIA DA LIBERDADE
domingo, dezembro 21, 2014
LIBERDADE
sexta-feira, janeiro 13, 2012
A VERDADEIRA LIBERDADE DO HOMEM
Jean-Jacques Rousseau, in 'Os Devaneios do Caminhante Solitário'

quarta-feira, novembro 02, 2011
CULTURA DE LIBERDADE
O ciberespaço é o último reduto da liberdade em todo o mundo e uma preocupação para muitos Estados. Pode parecer contraditório que Estados ditos democráticos também estejam entre os que desejam controlar a Internet, mas isso é uma realidade.
Ainda há bem pouco tempo a Google, um dos gigantes do ciberespaço, informou que muitos países solicitaram informações sobre tráfego efectuado por cidadãos determinados, e entre eles lá estava Portugal. Na altura até se tentou fazer uma comparação infeliz entre Portugal e os EUA, dizendo que nós pedíamos menos informações.
Os motivos invocados nesta tentativa de controlo do ciberespaço, são sempre idênticas, a segurança e a pirataria, e as penalizações que se anunciam são também semelhantes, e passam pela restrição do acesso à Internet.
O caminho escolhido de controlar o acesso e de exercer a censura, são lesivos dos direitos humanos, e já levaram a esquemas complexos e imaginativos de quem quer mesmo fugir ao controlo governamental, e o controlo incide apenas sobre quem usa a Internet sem pretensões criminosas.
Lamenta-se que em Portugal tenhamos políticos como o secretário de Estado da Cultura interessado em legislar sobre o modo como se usa a Internet em Portugal, um país onde o acesso à Cultura é dificultado pela falta de poder de compra e onde a Internet é pouco utilizada comparativamente com os outros países europeus.





















