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quinta-feira, julho 16, 2026

A CAUSA DOS LAPSOS DOS NOSSOS GOVERNANTES

Primeiro tivemos os lapsos de Luís Montenegro em redor da Spinumviva, agora são os lapsos de Luís Nunes nas obras numa obra em sua propriedade, e também o lapso na declaração obrigatória do negócio da sua esposa. 

Os esquecimentos dos nossos governantes devem ser atribuídos ao excesso de ingestão de queijos, neste país tão rico na sua produção com excelente qualidade.  



 

quarta-feira, dezembro 10, 2008

AS FALTAS DOS ELEITOS

Na semana passada, por causa da falta de muitos deputados do PSD, não foi aprovada a suspensão da avaliação dos professores no Parlamento. O caso deu “barraca” e não tardaram a chover as críticas.


Pelo que se sabe, o PS e o PSD são os dois grupos parlamentares que registam mais faltas, mesmo quando analisados percentualmente. Claro que a maior parte das faltas é justificada, bastando para tal alegar-se motivos de doença, ou de trabalho partidário, e já está, porque nem é necessário documentar a justificação, afinal trata-se de deputados da nação.


Para além desta constatação, de que aliás os média deram a devida importância, também acabei por ter a oportunidade de ler, que Guilherme Silva sugeriu a realização de plenários entre terça e quinta-feira. Entre os sublinhados da notícia, lê-se «é preciso perceber que o Parlamento tem uma representação de deputados de todo o país» e que «a deslocação dos deputados para regressarem aos fins-de-semana às suas famílias tem uma componente humana que também é respeitável».


É notável esta compreensão de Guilherme Silva, que encontra para as faltas dos deputados, a desculpa da “componente humana que também é respeitável”, conhecendo-se as leis laborais em vigor para os trabalhadores por conta de outrem, que são penalizados pelas faltas em todas as vertentes, mesmo quando as faltas são justificadas, e que em muitos casos, como são trabalhadores precários, vêem os seus contratos não serem renovados.


Nunca é demais recordar aos senhores deputados, que devem os seus lugares ao voto dos cidadãos, e que estes lhes pagam regiamente para cumprirem as suas obrigações, que aceitaram de livre vontade sabendo à partida quais eram os seus deveres.

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