Mostrar mensagens com a etiqueta Prioridades. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Prioridades. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, junho 12, 2026

SISTEMA DO SNS FALHA NOVAMENTE

Uma falha de energia eléctrica bastou para deixar hospitais, centros de saúde e farmácias sem sistema durante quase todo o dia. Fraquezas, incúria, ou falta previsão numa matéria absolutamente sensível?


 

domingo, setembro 08, 2019

REPÚBLICA LAICA

A decisão de Marcelo de viajar até ao Vaticano por causa da nomeação da investidura dum cardeal português de 4 a 6 de Outubro, mereceu alguns reparos naturais, e recordou-nos de alguns factos importantes, como sejam o facto de Portugal ser uma República laica, e de o dia 5 ser o dia da implantação da república. 
As convicções religiosas do Presidente são respeitáveis, mas o titular do cargo de Presidente da República terá sempre que ter em conta, e como prioridade, o país e a Constituição. 
Eu sei que alguns não ligam muito a estas coisas, mas Marcelo Rebelo de Sousa não é um cidadão qualquer. 


quarta-feira, março 13, 2019

A PRIORIDADE É A BANCA


Todos sabemos que os serviços públicos estão à beira da ruptura por falta de pessoal, e que o descontentamento e desmotivação dos funcionários se estendem a todos os sectores.

O executivo sabe-o bem, joga com a opinião pública falando em aumentos que na realidade não existem desde 2009, depois fala em descongelamentos que nem chegaram a todos, e que já deviam ter acontecido há anos, fazendo com que se julgue que o descontentamento não tem razões.

O argumento para a não satisfação das reivindicações, mais investimento, mais pessoal e salários decentes, é sempre o da falta de recursos orçamentais, mas a realidade é bem diferente.

O Novo Banco já anunciou que ia pedir 1.149 milhões de euros para cobrir perdas de 2018, depois de já ter recebido no ano passado 792 milhões, e como o tal Fundo de Resolução nunca tem dinheiro, lá se recorre ao Estado, que tem sempre umas reservas para a banca.

Quem julga que isto é muito, desengane-se, porque já foi admitido no parlamento que a totalidade do pedido de injecção no Novo Banco pode chegar aos 3.000 milhões de euros.

Cabe ao Governo determinar as suas prioridades, mas também nos cabe a nós contribuintes, usar o voto como forma de mostrar o nosso descontentamento e repúdio.



quinta-feira, abril 26, 2018

O NOME CONTESTADO PARA UM MUSEU

Existe uma polémica quanto ao hipotético nome do Museu das Descobertas, que poderia ser dado a um futuro espaço destinado a essa temática, sem que se conheça o que se iria expor e qual seria a mensagem que se iria lá querer transmitir.

Pelo que percebi Descobertas ou Descobrimentos são duas palavras que suscitam muitas resistências, creio que pela sua carga passada, em que as ditas foram usadas e abusadas pelo antigo regime, e com uma carga hoje considerada politicamente incorrecta.


Pessoalmente não tenho pruridos dessa natureza, quanto ao nome, mas também acho que esta é uma polémica extemporânea. Conforme li num espaço que leio com frequência (a.muse.arte): “… importa dar aos museus existentes os meios humanos e financeiros necessários para que possam apresentar e comunicar as respectivas colecções, articulando-se com a investigação académica na elaboração dos discursos; dar-lhes os meios necessários para repensar os modelos de musealização, definir redes e conexões entre espaços museológicos e reabilitar os espólios ignorados ou esquecidos.

Vamos fortalecer e dignificar os museus que temos, e só depois, poderemos pensar em novos espaços e com projectos bem amadurecidos...



terça-feira, março 10, 2009

PRIORIDADES

Os portugueses já se vão apercebendo de que o Ministério da Cultura, sem dinheiro para manter o Património em condições condignas com a sua importância monumental e histórica, não lidera a aventura que é a construção de um novo Museu dos Coches, a mudança do Museu de Arqueologia e o destino a dar às instalações de onde vão ser retirados.

Enquanto vemos o Património classificado a deteriorar-se gradualmente e ouvimos os lamentos habituais da crónica falta de verbas do Ministério da Cultura, assistimos em simultâneo ao esbanjar de dinheiros, sob a batuta do ministro Pinho e do Turismo de Portugal, com anúncios de grandeza absolutamente desnecessária.

O desmantelamento do M.C. e dos institutos que tutelam o Património - museus, palácios e monumentos – está em marcha acelerada, e já começou há muito com a dissolução da DGEMN, Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, logo no início desta legislatura.

A fusão da DGEMN no IPPAR, que veio a originar o IGESPAR, não se traduziu na soma dos recursos das antigas estruturas na que acabou por resultar da fusão, ao contrário ficámos com o IGESPAR com menos recursos financeiros do que existiam previamente à reestruturação.

O futuro não augura nada de bom para a área do Património, e a tomada de assalto dos museus, palácio e monumentos, parece estar a começar a desenhar-se, seja pela criação de novas empresas públicas, seja pela entrega pura e simples a privados de Património Nacional, sem se conhecerem bem os limites que o governo pensa impor a si mesmo.



««« - »»»
Fotografias de Estátuas
TEE

Max Nemudry

««« - »»»
Humor & Economia
Daryl Cagle

Nate Beeler