quarta-feira, agosto 12, 2026
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quinta-feira, agosto 06, 2026
segunda-feira, novembro 21, 2022
ANTÓNIO COSTA E O DINHEIRO DOS FUNDOS DE PENSÕES
sexta-feira, novembro 27, 2020
PUBLICIDADE ANTIGA EM MOÇAMBIQUE
Consultando um arquivo de imagens que uns amigos me fizeram chegar, encontrei algumas imagens de publicidade que eram muito comuns na minha terra quando eu era um adolescente...
quarta-feira, setembro 19, 2018
CURIOSIDADES
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quinta-feira, dezembro 14, 2017
O PATRIMÓNIO E AS MÁS NOTÍCIAS
quarta-feira, setembro 27, 2017
O PORTUGAL POUCO SEXY
quinta-feira, junho 22, 2017
PUBLICIDADE DE SINTRA
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segunda-feira, dezembro 05, 2011
TEMPO DE ANTENA
Começa a ser difícil engolir a descarada propaganda feita na TVI pelo comentador Marcelo Rebelo de Sousa. Como se sabe qualquer governo tem bastante tempo de antena, devido ao que decide e ao que é necessário explicar à opinião pública, mas não é necessário “esticar” ainda mais esse tempo com as opiniões de alguém que é completamente alinhado com este governo.
Neste domingo o professor desafinou estrondosamente quando classificou os hackers que “atacaram” diversos sites oficiais portugueses, de gente de esquerda. Não acredito que um professor universitário, e político bem informado, creia verdadeiramente que um hacker tenha agenda política.
Conforme me indignei em tempos quando MRS foi “boicotado” numa televisão, agora fico revoltado com o facto de se ter tornado num propagandista deste governo, ainda que numa televisão privada. Embora esteja tudo perfeitamente dentro da lei, acho que até ele teria todo o interesse em não estar nesta posição, sem ninguém que exerça o contraditório numa ocasião em está no poder o PSD.
A ler também AQUI
quinta-feira, agosto 25, 2011
IRONIAS
sábado, setembro 12, 2009
CONFISSÃO...


sábado, maio 09, 2009
PUBLICIDADE & POLÍTICA
Diz-se que uma tentação nunca aparece sozinha e vai que recebo um boneco do Goraz sobre a publicidade às farinhas. Confesso que desisti de escrever sobre as farinhas, porque não me vejo a competir com o grande humorista que promoveu a Maizena numa tirada que só tem paralelo com "o deserto ao Sul do Tejo".
Não amigos, a publicidade não é o meu ramo, e a política vai de fim-de-semana. Encontramo-nos na próxima semana.

terça-feira, dezembro 02, 2008
MINISTRO ALIVIADO
O ministro Teixeira dos Santos veio afirmar que a descida das taxas de juro, que o Banco Central Europeu já «deu a entender» constituirão «algum alívio» para as famílias portuguesas. Não se ficou por aqui e acrescentou, «com certeza que as descidas das taxas de juro, juntamente com a descida do preço do petróleo e com a descida das taxas de inflação, são, num momento de grandes dificuldades que todos estamos a sentir, notícias que não deixarão de ser positivas para todos os portugueses.
O alívio, para desgraça do senhor ministro, não se deve a nenhuma medida tomada pelo executivo que integra, chefiado por José Sócrates, mas sim devido à conjuntura internacional, a mesma (conjuntura) que ele invocou quando estes mesmos factores estavam em alta.
Não fica bem a um governante, ainda mais a um ministro das Finanças, ora desculpar-se com a conjuntura, ora “anunciar” «algum alívio» quando o movimento é de sinal contrário. Ao senhor ministro ficava bem anunciar (agora sem aspas), medidas do seu governo no sentido de nos aliviar do sufoco causado pelos baixos vencimentos e pensões, e do desemprego galopante que assola este país.
Sempre julguei que estávamos a pagar a Teixeira dos Santos para ele tomar medidas a bem dos portugueses, e não para anunciar aquilo que não é obra sua e sobre a qual ele próprio já disse que nada controla.


quinta-feira, dezembro 13, 2007
A PUBLICIDADE
Se bem se recordam tudo começou com a proibição da publicidade ao tabaco e com algumas restrições à publicidade às bebidas alcoólicas. Alguns bateram-se por isso, mesmo dentro do meio publicitário, demonstrando uma certa sensibilidade a problemas sociais e de saúde relativos a esses mesmos produtos. Era politicamente correcto, socialmente bem aceite, e deixava em aberto um mercado imenso ainda por explorar em termos publicitários.
Nos dias que correm quase todas as medidas que se tomam produzem aquilo a que vulgarmente se chamam, efeitos directos e efeitos colaterais. Os fumadores começaram a ser encarados como gente abjecta, apesar de um consumidor de drogas ser ao invés considerado um doente. Um apreciador de uma qualquer bebida alcoólica é um potencial bêbado, mas um consumidor das zurrapas das discotecas e outros locais de diversão nocturna são apreciadores de boa música e gente desempoeirada.
O puritanismo contudo não parou por aqui, e agora temos também quem proponha restrições à publicidade aos automóveis, afinal também eles grandes poluidores. Aqui começaram a soar as campainhas de alerta da indústria publicitária, que curiosamente também promove os próprios legisladores, os políticos. Ó da guarda que o mercado começa a ficar cada vez mais limitado e já se começam a fazer contas.
A caixa de Pandora está aberta. Agora são os automóveis, amanhã serão os aviões e as companhias aéreas, depois as cimenteiras, as suiniculturas, as discotecas, etc, etc. Será que os puristas vão permitir que a bem da redução dos preços dos bilhetes de avião se façam cada vez mais aviões? Ou que a bem do negócio das discotecas se permita que o som debitado pelas instalações sonoras ultrapasse os limites do ruído tolerável pelo ouvido humano?
Quem quer apostar que tudo isto vai parar ao caixote do lixo? Falo das restrições à publicidade aos automóveis, porque começa também a ser difícil parar os fundamentalistas e puristas, e satisfazer os grandes grupos económicos ao mesmo tempo. Afinal a montanha vai apenas parir um rato, e para dar um sinal de preocupação ambiental, basta punir os fumadores, que bem feitas as contas prejudicam mais o planeta e até causam mais mortes dos que os benditos automóveis. Basta um bode expiatório, para satisfazer as consciências hipócritas que nos comandam, ao sabor dos grandes interesses económicos.


Mistletoe by *Sh3lly































