sábado, julho 18, 2026
quarta-feira, março 18, 2026
O MINISTRO PARA QUEM OS NÚMEROS SÃO BATATAS
Segundo as notícias o ministro Castro Almeida terá cometido uma gaffe nas contas com batatas. Na realidade não só cometeu uma gaffe nas contas com batatas como mentiu descaradamente nos aumentos salariais, ao afirmar que os salários reais dos portugueses aumentaram 13,7% em dois anos, o que não é verdade.
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quarta-feira, dezembro 17, 2025
quinta-feira, setembro 01, 2022
SENSIBILIDADE SOCIALISTA
quinta-feira, junho 24, 2021
POLÍTICOS À NORA
A situação sanitária está a piorar a cada dia que passa, as medidas que vão sendo anunciadas não passam de simples pensos colocados sobre as feridas, a coerência delas está a ser contestada pela população e pelos peritos em saúde, mas os políticos não param de dar sinais contraditórios, parecendo que nem sequer entre eles se entendem.
Lisboa confina tarde e pouco, continuamos a ter fronteiras sem controlo nenhum, as situações de abuso evidente são enfrentadas com medidas de sensibilização, e tudo por causa da economia assim obriga, porque as leis não são adequadas à situação e o Presidente, falando antes do tempo, veio dizer que com ele não haverá novo estado de emergência.
No meio desta trapalhada toda veio o Presidente da Assembleia da República apelar aos portugueses que se desloquem a Sevilha (cidade em alerta vermelho) para apoiar a selecção de futebol, a ministra Mariana Vieira da Silva assumiu que “Portugal se encontra claramente na zona vermelha da matriz de risco”, e Marcelo diz que não se deve “alarmar nem radicalizar” mas sim “chamar a atenção” e “procurar um equilíbrio”.
Hoje ficámos também a saber que podemos sai da Área Metropolitana de Lisboa com a vacinação completa ou com um teste negativo para pessoas com mais de 12 anos, medida altamente discriminatória para as famílias e para todos os que não podem pagar os testes que não são grátis na maioria dos concelhos abrangidos.
Onde tem o Governo a cabeça?
Frases como estas de Marcelo só mostram bem que não pensam antes de falar:
"Eu acho que aquilo foi a expressão de uma ideia que nós percebemos que é os que puderem ir que vão para termos um apelo significativo à selecção, mas está implícito que respeitem as regras e que só vão aqueles que possam ir, foi assim que eu li".
"Eu próprio que tinha dito ontem que gostava muito ir, pensei para comigo mesmo que eu só vou se o morador em Lisboa comum puder ir, se não puder ir, não vou".
terça-feira, junho 22, 2021
COMPORTAMENTOS ERRÁTICOS
Portugal tem tido um comportamento errático durante esta pandemia, passando de bom a mau exemplo já por duas vezes, e exactamente pelo mesmo motivo, o facilitismo.
O Governo tem actuado sempre tarde e sem convicção. As leis não estão adequadas a situações deste tipo mas ninguém mexe uma palha, preferindo-se atirar acusações uns aos outros, vendo quem consegue capitalizar mais com tudo isto.
O discurso até parece ser certo quando nos dizem que estão preparados para avançar ou recuar quando se mostrar necessário, mas depois ponderam-se primeiro os efeitos na economia, a opinião do público, muitas vezes confundido com demasiada informação (alguma boa mas muita péssima), e só se tomam decisões muito tardiamente.
O futebol abriu precedentes tão perigosos que imediatamente levaram a comportamentos perigosos que as autoridades não puderam impedir, porque o mau exemplo já tinha sido dado e a autoridade estava minada.
Agora que todos esperavam mais testagem, ela está a diminuir. Quando é necessário acelerar a vacinação, parece que ou não estávamos preparados, ou não temos vacinas para ministrar. Entretanto esgrimem-se números para cá e para lá, o Presidente minimiza a situação para justificar uma asneira que não devia ter cometido, e faz um apelo fora do tempo para os mais novos se vacinarem, sabendo-se que ainda há idosos (mais vulneráveis por vacinar, e muitos portugueses com mais de 60 anos só com uma dose e outros com mais de 40 e 50 ainda por vacinar.
Podem assobiar para o ar, mas serão penalizados por não terem sabido agir firmemente quando necessário, e por permitirem agora que a infecção ande por aí à solta sem qualquer acção digna desse nome.











