segunda-feira, fevereiro 26, 2024
sábado, fevereiro 24, 2024
ANOS DE AGRESSÃO E DE HIPOCRISIA
domingo, fevereiro 18, 2024
sexta-feira, fevereiro 16, 2024
SUPREMA HIPOCRISIA
Navalny morreu.
A liberdade de expressão é um dos temas mais esgrimido pelos que se dizem defensores das liberdades, muitas vezes para se vitimizar, ou para atacar os países onde essa liberdade é respeitada. Nunca os vejo a criticar a Rússia, a China, a Venezuela ou o Irão, o que é uma pena.
Na ordem do dia têm estado as manifestações contra os excessos de Israel na sua sanha de vingança, os países ocidentais pelo apoio à Ucrânia e os EUA só porque é esse o seu alvo preferido.
No dia da morte do dissidente russo Navalny não vi um único dos conhecidos amigos de Putin, vir a público condenar o regime de Putin ou sequer lamentar a morte de alguém que estava preso, em condições extremas, apenas por ter exercido o seu direito de expressar o seu pensamento.
Os "grandes defensores das liberdades, dos direitos humanos e da diversidade de pensamento", que se intitulam progressistas ao promoverem as manifestações e passeatas em defesa dos oprimidos, estão silenciosos perante esta morte, mostrando a sua hipocrisia e a sua agenda política. Neste pacote incluo muitos activistas (alguns até meus amigos), bem como muitos políticos nacionais e estrangeiros como o Lula da Silva.
domingo, fevereiro 04, 2024
sexta-feira, fevereiro 02, 2024
quarta-feira, janeiro 31, 2024
domingo, janeiro 28, 2024
sábado, janeiro 27, 2024
sexta-feira, janeiro 26, 2024
quarta-feira, janeiro 24, 2024
terça-feira, janeiro 09, 2024
DUALIDADES
Nos últimos tempos alguns amigos têm vindo a encher a minha caixa de correio, que não é pública, com críticas por eu não estar a apoiar a Palestina, e por eu criticar abertamente o Putin.
Eu respeito todas as opiniões, mesmo as que são contrárias das minhas, e só não gosto que me acusem de dualidade de critérios, quando nestas duas guerras é absolutamente difícil esse argumento não ser reversível e poder ser usado também contra os que disso me acusam.
No caso da Palestina é óbvio que sou contra o massacre de civis inocentes, ainda que em alguns casos seja difícil distinguir quem é quem, uma vez que não estamos a falar dum exército regular e duma guerra convencional. Sou contra o massacre de civis na Palestina, como também sou contra o massacre de civis na Ucrânia, onde estamos numa guerra convencional e onde é mais fácil distinguir tropas e civis.
Nestas duas guerra, na Palestina e na Ucrânia estamos perante uma desigualdade entre os beligerantes, logo não posso condenar Israel e não condenar a Rússia, que além de tudo o mais é o agressor que atacou sem aviso (pelo contrário, até o negou até ao dia da invasão), e agora até já diz pretender anexar definitivamente territórios legalmente pertencentes à Ucrânia.
Estes factos são evidentemente opostos aos dos amigos que me criticaram, mas são verdadeiros e facilmente comprováveis.
Outra crítica foi sobre quem ganharia a guerra, e na minha opinião nesra duas guerras todos perdem, não só por causa das baixas elevadas que sofrem, mas também porque as cicatrizes e os ódios vão durar muitas décadas, independentemente dos resultados militares.
quarta-feira, janeiro 03, 2024
quinta-feira, dezembro 28, 2023
quinta-feira, dezembro 07, 2023
domingo, dezembro 03, 2023
ESCLARECIMENTO
Em mensagem privada fui informado que um amigo com muitos anos da blogosfera me iria bloquear porque eu me tinha tornado num “direitolas xenófobo”, por ter criticado um advogado representante duma família brasileira cujas filhas gémeas tiveram acesso ao medicamento mais caro do mundo.
Lamento a atitude deste meu amigo, continuo a classificá-lo como tal apesar das diferenças de opinião, e desejo enquadrar a minha crítica ao dito causídico, para esclarecer a minha opinião, que pelos vistos foi encarada como de direita e xenófoba.
Em primeiro lugar o senhor advogado faltou à verdade pois a sua constituinte afirmo claramente, quando devidamente questionada, que tinha recorrido ao “pistolão” (cunha em português), para conseguir os seus intentos. Não condenei o recurso a este expediente uma mãe na defesa da saúde das suas filhas, pois entendo o desespero dos pais, mesmo que utilizando meios menos lícitos.
A minha condenação foi sempre para com quem utilizou a sua posição política, social, ou laboral para tornar este processo tão expedito em contraste com o que acontece normalmente em situações idênticas. Esta opinião é sobre o processo de obtenção de nacionalidade, de marcação de consultas, de obtenção do tratamento e também dos meios auxiliares de locomoção (cadeiras de rodas).
Quanto à qualificação de “xenófobo”, que creio se deva ao facto da origem brasileira das meninas, é lógico que a repudio completamente, e critiquei os pais e o advogado pela utilização desse classificativo, pois é infundado uma vez que existem crianças à espera de alguns meios concedidos a esta meninas há muito tempo, e não são apenas de origem portuguesa mas também de origem brasileira como aliás é público. Esta acusação é completamente descabida vinda do representante daquela família, uma vez que terá recorrido a Portugal para obter este tratamento que, pelos vistos, não teria acesso no Brasil.
O termo “direitolas” não me atinge minimamente, uma vez que não tenho qualquer filiação partidária, mantendo a minha equidistância dos partidos, sendo livre para os criticar sempre que ache que as suas acções o merecem.
Lamento que a diferença de opinião seja um obstáculo à amizade, e com ela interfira, mas isso nunca me irá impedir de manifestar as minhas ideias, nem que para isso tenha que recorrer a pseudónimo, como aliás é o caso.