segunda-feira, abril 30, 2007

BONS MAUS EXEMPLOS

Num dos últimos artigos do Zé Povinho sobre a flexisegurança, o meu amigo falou sobre o exemplo da Dinamarca, salientando que eles começaram por fortalecer a segurança social e só depois partiram para a alteração das leis laborais dando-lhes mais flexibilidade necessária, mantendo a segurança social padrões decentes para os trabalhadores em situação de desemprego. Coitado, levou pancada até por parte dos que vivem do seu trabalho, pois quase todos consideraram que os modelos não podem ser importados por questões culturais e de mentalidade.
São as questões culturais e de mentalidade que me preocupam verdadeiramente. Ainda há poucos dias, os jornais e os blogues davam exemplos de empresas que demonstravam preocupações sociais e privilegiavam o bem-estar e a satisfação dos seus funcionários, fornecendo creches grátis para os filhos, postos de saúde absolutamente grátis, espaços de lazer e descontracção, etc. As empresas em causa como o Google e a Microsoft, por exemplo, são empresas onde a produtividade é muito alta e onde a motivação é também muito elevada. Os seus gestores não brincam em serviço e sabem que o retorno é proporcional ao investimento em boas condições de trabalho.
Em Portugal parece que há quem fique contente com o “fim das regalias sociais da função pública”, que fazem títulos da nossa comunicação social de hoje, e que se resumem ao fecho dos postos de saúde, do fim das creches e de pequenas comparticipações de saúde, funerais e paternidade.
Não sei se estamos perante um problema de simples inveja ou de falta de ambição dos portugueses. Sempre pensei que podíamos aprender com as boas práticas e que era desejável melhorar os padrões de segurança social. Pelos vistos enganei-me, prevalece o espírito mesquinho caracterizado pela máxima, se eu não tenho porque é que hão-de ter os outros?
Continuo a questionar-me se o ministro Teixeira dos Santos continuará a afirmar que os planos de saúde proporcionados aos gestores e outros dirigentes da função pública e até aos nossos políticos, são incentivos para captar os melhores, ou privilégios dados aos “escolhidos” e já de si bem pagos e privilegiados amigos.

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Avaliação exemplar

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Manipulação de imagem


by Nana

domingo, abril 29, 2007

TURISMO CULTURAL

Numa conversa de amigos falou-se de museus e monumentos e também das 7 Maravilhas de Portugal. Eram três pessoas e haviam 3 opiniões diferentes sobre as escolhas das Maravilhas, o único consenso foi a estranheza de não ter sido escolhido o Palácio da Vila de Sintra para o grupo das sete finalistas. Democraticamente decidimos considerar que em vez de 7, para nós haviam 8, caso resolvido a contento. Quanto à votação da melhor, aí como éramos só três, tínhamos três escolhas diferentes e claro, ficaram as três em primeiro lugar, partilhando o pódio no mesmo degrau.
Falou-se também na importância dos monumentos na captação de turismo, e aqui houve unanimidade, pois todos concordámos que Alcobaça, Batalha e Sintra têm a visibilidade que têm, muito devido aos monumentos emblemáticos situados na zona.
Não se julgue que se estava a falar de temas que nos eram alheios, porque todos desenvolvemos actividades na área do turismo, dos museus e da história, conhecendo bastante bem o meio. O local onde a conversa decorria também era propício, pois decorria em Óbidos.
Entre os dados trocados, foi com alguma surpresa que chegámos à conclusão que o ano turístico está a ser melhor que o ano passado, com variações positivas entre os dez e os vinte por cento. A surpresa é devida ao pouco investimento feito no estrangeiro, na divulgação do Património Nacional e também porque há cada vez menos verbas para a conservação dos monumentos, mesmo dos mais emblemáticos e que captam mais visitantes estrangeiros, como os que tínhamos escolhido como Maravilhas de Portugal.A conclusão inevitável chegou, e o Ministério da Cultura não foi poupado nas nossas críticas pela sua ineficácia e falta empenhamento na área do Património, actividade que potencia todas as actividades que giram em volta da Cultura e do Turismo.

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Estamos a destruir o planeta



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Foto

sábado, abril 28, 2007

EXIGÊNCIA E CRÍTICA

Numa sociedade moderna, com mais acesso à educação, à informação e às novas tecnologias todos temos de ser mais exigentes e portanto, críticos. A crítica decorre pois da nossa exigência e depende do conhecimento e da experiência.
Vem isto a propósito das críticas tão em voga, do atendimento sobretudo nos serviços públicos. Não creio que seja só nos serviços públicos que os utentes são mal atendidos, as queixas são até em maior número, nas telecomunicações, no abastecimento de gás, nos hospitais (alguns com gestão privada), nos seguros, isto só para mencionar alguns sectores. Não quero com isto virar a questão para o sector privado ou para o público, mas sim para a complexidade do atendimento ao público.
Quem atende o público depara-se muitas vezes, para não dizer quase sempre, com um problema, não terá contribuído para o problema que origina a queixa do utente, mas é ao mesmo tempo o seu único interlocutor e o rosto do serviço disponibilizado para o atender na queixa. Cabe ao funcionário que atende, procurar encontrar uma solução para o problema do utente, defendendo a reputação do serviço e segundo as regras que lhe são internamente impostas, o que já de si pode não ser fácil. Por sua vez ajudava muito que o utente queixoso, não visse em quem o atende o culpado do seu problema, e sim alguém que o pode ajudar a resolvê-lo. Combinação difícil, reconheçamos.
As dificuldades não terminam por aqui, pois há outros factores que estão para lá da atitude e da boa vontade, como sejam a formação profissional (escassa por sinal), a falta de experiência (muito comum devido às contratações a prazo), os horários por vezes exagerados (sob pressão constante em muitos casos) e uma remuneração muitas vezes baixa que gera não só insatisfação, como problemas pessoais que afectam o desempenho.
Lido com público embora não esteja normalmente confrontado com queixas, mas sei que é muito agradável este contacto quando tudo corre bem, mas torna-se muito difícil quando algo corre mal e nos encaram como culpados, mesmo que em nada tenhamos contribuído para isso.

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Preocupações ambientais



sexta-feira, abril 27, 2007

quinta-feira, abril 26, 2007

SANTOS SILVA VERSUS MORAIS SARMENTO

Enquanto lemos que Santos Silva “quer todos a lutar contra o jornalismo de sarjeta” também podemos dar um salto, e ler que Morais Sarmento diz “jornalistas têm a mania que não têm sexo político”. Pode-se afirmar que as notícias não são exactamente sobre o mesmo tema e que portanto as abordagens reflectem realidades diversas. Eu penso que estamos perante duas opiniões diferentes e ao mesmo tempo complementares.
Santos Silva, com a inteligência e o tacto político que se lhe conhece, aborda essencialmente o dever de auto-regulação dos jornalistas, mencionando alguns casos onde o código de ética e deontológico não foi respeitado, como a divulgação das identidades de menores vítimas de crimes sexuais e de delinquentes menores. A isto chama jornalismo de sarjeta, expressão de que não é autor, acrescentando que em alguns casos “as más condições de trabalho facilitam erros” dos jornalistas (embora não os justifiquem).
Morais Sarmento, a propósito da nomeação de Pina Moura para a administração da TVI, lança outra abordagem muito realista sobre a possível dependência ou influência dos diversos poderes, político e económico (patronal no caso), no que respeita aos jornalistas. Reconhece que o poder político sempre pretendeu, e pretende, exercer a sua influência sobre os jornalistas, e eu acrescentaria que o poder económico, os grupos que detêm os média, também não vêm com bons olhos críticas aos seus interesses o que condiciona naturalmente o trabalho dos jornalistas. Ao falar do caso de Espanha, mostra um exemplo do que é evidente, a assumpção clara duma ideia política por parte de cada órgão de comunicação social.
Abordagens diferentes sobre o jornalismo, mas interessantes, pois deviam ser alvo de reflexão por parte dos jornalistas, já que todos compreendemos que a isenção é um mito, porque todos temos opiniões próprias e somos todos dependentes de alguém que pode não gostar de tudo o que dizemos, com todas as consequências que daí podem advir.

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Fotos

quarta-feira, abril 25, 2007

HOJE, 25 DE ABRIL DE 2007

Esta foi a primeira música que conheci de Zeca Afonso, e na primeira vez que o ouvi cantarn numa terra distante e na sua principal praça, também foi esta a canção que eu retive na memória. Hoje todos falam da data, eu recordo o Zeca.

Menino D'Oiro

O meu menino é d'oiro
É d'oiro fino
Não façam caso
Que é pequenino

O meu menino é d'oiro
D'oiro fagueiro
Hei-de levá-lo
No meu veleiro

Venham aves do céu
Pousar de mansinho
Por sobre os ombros
Do meu menino

Venham comigo venham
Que eu não vou só
Levo o menino
No meu trenó

Quantos sonhos ligeiros
P'ra teu sossego
Menino avaro
Não tenhas medo

Onde fores no teu sonho
Quero ir contigo
Menino d'oiro
Sou teu amigo

Venham altas montanhas
Ventos do mar
Que o meu menino
Nasceu p'ra amar

Venham comigo venham
Que eu não vou só
Levo o menino
No meu trenó



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Cartoon

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Uma beleza e uma surpresa

Procurando por imagens sobre o 25 de Abril encontrei esta com a inscrição Escultura, Brasília, Congresso. Confesso que não a conhecia mas pela sua beleza não resisti em divulgá-la.

terça-feira, abril 24, 2007

OPACIDADE

Por vezes há notícias que nos causam estranheza, e quando tanto se agita a bandeira da transparência há situações que revelam uma certa opacidade. Hoje li sobre a reforma do Parlamento e sobre o que se conhece das propostas de dois partidos.
Quando já é possível consultar as listas de devedores ao fisco na Internet, parece-me estranho um título dizendo “PSD contra registos de interesses na Internet”. Segundo o artigo esta proposta do PS não agrada à generalidade dos deputados do PSD, e não agrada também a publicação online da folha de faltas e as respectivas justificações dadas pelos parlamentares justificando a ausência.
Numa altura em que a avaliação da Função Pública está em discussão e é do agrado da bancada do PSD, é com estranheza que os portugueses recebem esta notícia, pois é uma das poucas hipóteses que têm de avaliar a acção dos seus eleitos. Talvez haja qualquer outra coisa, que não descortino, que faça esta bancada parlamentar discordar da divulgação dos seus interesses e da sua assiduidade, mas sendo assim, seria útil dizerem de sua justiça. Transparência oblige!

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Quase robots

Frank By imagarth


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Cartoon

segunda-feira, abril 23, 2007

O ENSINO SUPERIOR PÚBLICO É MELHOR

Esta frase é apenas uma provocação para muitos senhores, e senhoras, que têm enchido a boca com críticas, muitas vezes injustas porque generalizadas, aos serviços públicos sob tutela do Estado. Neste momento os funcionários públicos são quase tratados como seres inferiores, portugueses de segunda ou portadores de alguma doença incurável. Isto não é verdadeiro e não se aceita.
Escolhi este título a propósito da situação das universidades privadas, que como todos vamos lendo nos últimos dias, são consideradas acima de tudo como máquinas de fazer dinheiro, dando origem a conflitos de poder e de distribuição de lucros. O que elas deviam ser era instituições de ensino, para isso é que elas existem, e não como apenas mais um negócio. Dir-me-ão que por terem gestão privada e serem investimento privado têm a obrigação de serem rentáveis, mas o problema é que as diversas irregularidades, por vezes até a falta de qualidade e o favorecimento de alguns alunos não podem acontecer. Será que nas universidades públicas acontece o mesmo? Não me consta que assim seja nem me parece que a qualidade do ensino seja inferior ao das privadas.
Concluo afirmando que não temos um sector público mau, e outro privado bom e cheio de virtudes. Há bom e mau nos dois lados e o que temos é uma classe política e económica que pretendem dividir os portugueses, voltando-os uns contra os outros para alterar a seu belo prazer as leis laborais, em seu próprio proveito como lhes convém.Hoje até pareço da esquerda radical, salvo seja!

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Hoje apeteceu-me ...
A Canção de Lisboa
Provocação - Fechem o ministério e acabem com os subsídios

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Desta música, Sim!

By priko2000

domingo, abril 22, 2007

PORQUE É DOMINGO

Como fica patente na primeira foto, ao domingo o tempo passa depressa demais. Hoje deixo-vos apenas uns "bonecos" para se entreterem no caso de me visitarem ao domingo.


Soldado desconhecido


F. Trevi

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Cartoon

Regime

sexta-feira, abril 20, 2007

PARABÉNS, MIA COUTO

Hoje decidi dar os parabéns a um conterrâneo, colega no Liceu Pêro de Anaia e sobretudo praticante duma escrita, que com simplicidade, cheira a terras de Moçambique. Não é uma novidade para quem tem o saudável hábito de ler, mas pode ser que ainda haja quem, quanto mais não seja por curiosidade, se sinta tentado a ler um autor diferente e com temas novos.



Prémio União Latina de Literaturas Românicas 2007


Prémio Vergílio Ferreira 1999


Mia Couto nasceu na Beira, Moçambique, em 1955. Foi director da Agência de Informação de Moçambique, da revista Tempo e do jornal Notícias de Maputo.Tornou-se nestes últimos anos um dos ficcionistas mais conhecidos das literaturas de língua portuguesa. O seu trabalho sobre a língua permite-lhe obter uma grande expressividade, por meio da qual comunica aos leitores todo o drama da vida em Moçambique após a independência.

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Cartoon Político

Nedal Deep - Syria



omar perez

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Foto
Center, The by Paulian Prajitura

quinta-feira, abril 19, 2007

DESELEGÂNCIA ESCUSADA

A visita da ministra da Cultura e comitiva à Arábia Saudita, segundo palavras da própria ultrapassou as melhores expectativas. O incidente sobre os nomes foi desvalorizado e até foi salientada a faceta diplomática da visita, como muito positiva.
Não quero ser demasiado crítico, nem cínico, mas uma das lições que aprendi nas diversas viagens que fiz e nos contactos com diversas realidades culturais, foi a da necessidade de obter informações sobre comportamentos e hábitos culturais, bem como um pouco da história dos povos. Sempre consegui limitar as surpresas e evitar comportamentos que pudessem chocar os meus anfitriões.
Uma das coisas que a senhora ministra podia e devia ter evitado, eram os comentários como “é triste olhar para uma esplanada e ver só homens”, pois não me consta que algum saudita da comitiva do príncipe anfitrião, tenha comentado publicamente que o tivesse chocado ver as mulheres portuguesas mostrando despudoradamente os seus atributos físicos na via pública sem o resguardo requerido pela sua cultura.
As diferentes culturas são para respeitar e os comentários de quem aceitou um convite não são propriamente de bom-tom quando incidem sobre este tema.


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Humor Nacional

quarta-feira, abril 18, 2007

CURTINHAS

Rivoli á temporada – Afinal Rui Rio vem agora dizer que não teve intenção de concessionar o Rivoli a Filipe La Féria. Bolas, ía jurar que foi isso que o ouvi dizer há tempos e que li na comunicação social sem qualquer desmentido, mas afinal eu, e muitos outros também, ouvimos mal e interpretámos igualmente mal tudo o que foi dito e escrito sobre o assunto. Então ficámos agora a saber que a vontade da Câmara do Porto é de que os auditórios do Rivoli sejam explorados pontualmente por quem lá realize espectáculos. Aquela coisa da concessão por quatro anos a La Féria foi um lapso.
Mas que grande lapso!

O combate à iliteracia digital – As declarações de Carlos Zorrinho ao DN são mesmo interessantes. Segundo o Coordenador do Plano Tecnológico “tudo o que é verdadeiramente importante tem de ser possível de ser comunicado” e “as pessoas que não têm acesso (à banda larga) ou é porque não têm formação ou porque não têm rendimentos”. Monsieur de la Palisse não faria declarações mais evidentes. Só para esclarecimento de Zorrinho direi que conheço bastantes técnicos superiores, arquitectos, engenheiros e médicos que não percebem nada de computadores, e que alguns apenas os usam como máquinas de escrever, mas o pior é que quando sabem alguma coisa, usam as máquinas com intuitos lúdicos e até actividades particulares. Há naturalmente excepções, mas são mesmo excepções.

A Cultura e a Internet – Foi atribuída a rumores na Internet a pequena barraca causada por perguntas inconvenientes feitas a Isabel Pires de Lima durante uma conferência. O problema dos nomes, o passado em que tivemos a Inquisição podem ter contribuído para alguma da hostilidade patente, contudo não convencem de per si. O problema pode ter sido outro de ordem cultural que talvez devesse ter sido evitado, a vestimenta da senhora ministra, desadequada segundo a tradição local. Falha do protocolo ou acção pouco ponderada, mas que foi bem notada.

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Humor Internacional


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Foto

Petronas Towers by Simon Raeburn-Ward

terça-feira, abril 17, 2007

VISITAS GRÁTIS NOS MONUMENTOS E SÍTIOS

Amanhã, dia 18 de Abril, comemora-se o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios e as entradas nos Monumentos e Sítios será gratuita durante todo o dia complementadas com actividades diferentes que podem ser consultadas no sítio do IPPAR.
Talvez quase ninguém saiba, não vi piblicidade em lado nenhum, mas acreditem que é absolitamente verdade. Aqui neste espaço tentamos dar-lhe todas as informações que nos fazem chegar.

Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, "Território: um Património Plural", 18 de Abril de 2007 Cerimónia oficial de abertura Mosteiro dos Jerónimos pelas 11.00h ver PDF

O Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, 18 de Abril, representa o momento anual de celebração da diversidade patrimonial. Trata-se de um marco comemorativo do património nacional, celebrando também a solidariedade internacional em torno da salvaguarda e da valorização do património. "Território: um património plural", o tema escolhido pelo IPPAR para o ano de 2007, pretende explorar a ideia-base de que todas as comunidades possuem os seus monumentos de referência, mas que é importante ter em consideração que tais realizações não estão isoladas do tecido cultural que as envolve e que as justifica. O Património sempre participou activamente no território, organizando-o. A humanização da paisagem integra, por isso, uma dimensão profunda tanto na nossa memória colectiva como nas opções políticas de planeamento. Há uma visão cada vez mais globalizante sobre o território, sobre os aspectos urbanísticos, paisagísticos e sociológicos.O Programa Temático pressupõe, por isso, "sair" do monumento e tentar compreendê-lo nas múltiplas vertentes que caracterizam a sua envolvente, num passo consciente rumo à mudança e à escala do conceito de "Património". Uma escala territorial e plural.


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Foto


Look through glass - Tony Hnojcik

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Cartoon

Embriaguez petrolífera

segunda-feira, abril 16, 2007

NOVAS CULTURAIS


Conforme O Guardião noticiou ontem, hoje todos podemos ler no DN que a visita oficial da ministra da Cultura a Riade está ligada ao projecto Painting & Patronage. A exposição é efémera, dura um dia, e a participação portuguesa é representada por 22 artistas e comissariada por Bernardo Pinto de Almeida.
É uma exposição breve, exposta num espaço comercial e hoteleiro concebido por Norman Foster e será inaugurada esta noite.
A deslocação da ministra à Arábia Saudita, talvez devido à temperatura, já produziu algum efeito com o anúncio de Paula Mourão à frente da nova direccção do livro e das bibliotecas que sucede ao Instituto Português do Livro e das Bibliotecas. Esperemos que o calor esteja para ficar, para ver se Isabel Pires de Lima começa a anunciar soluções para outros problemas, tais como a falta de pessoal em palácios e monumentos.

Winfried Besslich (Bess) - Germany

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A NATUREZA E AS SUAS SURPRESAS



Giant Crystal Cave Comes to Light
April 9, 2007—Geologist Juan Manuel García-Ruiz calls it "the Sistine Chapel of crystals," but Superman could call it home.
A sort of south-of-the-border Fortress of Solitude, Mexico's Cueva de los Cristales (Cave of Crystals) contains some of the world's largest known natural crystals—translucent beams of gypsum as long as 36 feet (11 meters).
How did the crystals reach such superheroic proportions?
In the new issue of the journal Geology, García-Ruiz reports that for millennia the crystals thrived in the cave's extremely rare and stable natural environment. Temperatures hovered consistently around a steamy 136 degrees Fahrenheit (58 degrees Celsius), and the cave was filled with mineral-rich water that drove the crystals' growth.
Modern-day mining operations exposed the natural wonder by pumping water out of the 30-by-90-foot (10-by-30-meter) cave, which was found in 2000 near the town of Delicias (Chihuahua state map). Now García-Ruiz is advising the mining company to preserve the caves.
"There is no other place on the planet," García-Ruiz said, "where the mineral world reveals itself in such beauty."
—Stefan Lovgren and Ted Chamberlain Link

domingo, abril 15, 2007

INFORMAÇÃO MAIS ACTUALIZADA

Um amigo fez-me chegar diversas imagens duma exposição que esteve patente no Palácio Nacional de Sintra em Setembro de 2005, conforme se pode constatar nas imagens abaixo, e informou-me de que a visita da ministra Isabel P. de Lima a Riade faz parte deste intercâmbio. Sem resposta ficou a minha pergunta sobre quem custeava a visita pois isso não foi divulgado, embora o príncipe saudita tenha posses para isso e muito mais.



Uma das obras em exposição (2005)


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O Humor


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