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domingo, dezembro 14, 2014

“O TESOURO DA ECONOMIA PORTUGUESA”



Paulo Portas veio dizer o óbvio, que o Turismo é o grande impulsionador da economia nacional, numa altura de crise económica, pois ao contrário do que seria de esperar, mostra um crescimento muito acima do verificado nos outros sectores.


Espera-se que em 2014 Portugal vá ultrapassar os 15 milhões de turistas, o que significa um crescimento em número e em rentabilidade das empresas na casa dos dois dígitos, o que é simplesmente notável.


Há dois aspectos ligados ao turismo onde o Estado não se tem empenhado como devia, que são: o Turismo Cultural e a nossa companhia aérea de bandeira.


No Turismo Cultural é notório o desinvestimento na Cultura em geral e em particular no Património Cultural, onde as verbas investidas foram curtas e insuficientes para uma verdadeira política de revitalização do Património edificado.


O caso da TAP é também um mau exemplo da acção do Estado, pois a teimosia na sua privatização pode ter resultados desastrosos para a captação de turistas, especialmente dos mercados que estão agora em crescimento, pois a sua venda a estrangeiros pode ser um factor de desvio de rotas, sem preocupações com a economia nacional no seu conjunto.


O tal tesouro de que fala Portas existe, apesar da falta de estratégia do governo a que pertence, e esperemos que o não consigam destruir...

Leitura de interesse AQUI



segunda-feira, julho 16, 2007

CURTINHAS


Ministros da Cultura da Europa em Lisboa – O anúncio da ministra da Cultura na passada sexta-feira de que se vai reunir em Setembro em Portugal, o Foro Cultural dos Ministros da Cultura da Europa, não acrescenta nada ao que sabia, já que Portugal exerce a presidência neste semestre. O que retive das notícias sobre as suas declarações foram essencialmente duas frases, «descentralizar não se faz descentralizando gabinetes, faz-se no terreno, com políticas que criem novos pólos culturais», e «que Portugal tem de apostar num turismo que não se esgote no sol e na praia mas que se centre também na cultura».
É pena que as declarações da senhora ministra sejam apenas as óbvias e que só a ouçamos, ou que só se consiga fazer ouvir, por ocasião de inaugurações. Outro reparo que não pode deixar de ser feito é que este governo não tem apoiado nem tem divulgado suficientemente, cá dentro e lá fora, a Cultura e o Património deste país.

Eleições em Lisboa – Estas eleições municipais saldaram-se por uma abstenção perto dos 2/3 dos eleitores, a mais alta de sempre, pela eleição de três candidatos independentes e pela não eleição do candidato dum partido com representação parlamentar. Estes factos podem ter várias leituras, consoante as simpatias de cada um, mas revelam sem margem para dúvidas, o desencanto dos portugueses em relação aos partidos e aos seus candidatos. O pormenor mais curioso da noite eleitoral foi a constatação de inúmeros “excursionistas” de diversos pontos do país, que vieram a Lisboa, segundo uma reportagem da SIC, sem saber muito bem a que propósito com viagem paga pelo partido vencedor desta eleição.


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domingo, abril 29, 2007

TURISMO CULTURAL

Numa conversa de amigos falou-se de museus e monumentos e também das 7 Maravilhas de Portugal. Eram três pessoas e haviam 3 opiniões diferentes sobre as escolhas das Maravilhas, o único consenso foi a estranheza de não ter sido escolhido o Palácio da Vila de Sintra para o grupo das sete finalistas. Democraticamente decidimos considerar que em vez de 7, para nós haviam 8, caso resolvido a contento. Quanto à votação da melhor, aí como éramos só três, tínhamos três escolhas diferentes e claro, ficaram as três em primeiro lugar, partilhando o pódio no mesmo degrau.
Falou-se também na importância dos monumentos na captação de turismo, e aqui houve unanimidade, pois todos concordámos que Alcobaça, Batalha e Sintra têm a visibilidade que têm, muito devido aos monumentos emblemáticos situados na zona.
Não se julgue que se estava a falar de temas que nos eram alheios, porque todos desenvolvemos actividades na área do turismo, dos museus e da história, conhecendo bastante bem o meio. O local onde a conversa decorria também era propício, pois decorria em Óbidos.
Entre os dados trocados, foi com alguma surpresa que chegámos à conclusão que o ano turístico está a ser melhor que o ano passado, com variações positivas entre os dez e os vinte por cento. A surpresa é devida ao pouco investimento feito no estrangeiro, na divulgação do Património Nacional e também porque há cada vez menos verbas para a conservação dos monumentos, mesmo dos mais emblemáticos e que captam mais visitantes estrangeiros, como os que tínhamos escolhido como Maravilhas de Portugal.A conclusão inevitável chegou, e o Ministério da Cultura não foi poupado nas nossas críticas pela sua ineficácia e falta empenhamento na área do Património, actividade que potencia todas as actividades que giram em volta da Cultura e do Turismo.

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Estamos a destruir o planeta



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