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quinta-feira, setembro 15, 2016

PORTUGAL, TRABALHO, AMBIENTE E ECONOMIA

Economistas americanos afirmam que três dias de folga por semana ajudariam a salvar o planeta, e lembram o exemplo do estado do Utah, que praticou a semana dos quatro dias, na função pública, durante cerca de três anos com resultados visíveis, e só não continuou com isso porque o sector privado não acompanhou a medida e houve o choque inevitável, entre o sector público e o privado.

Na Suécia a jornada de trabalho foi reduzida das oito para as seis horas semanais, mantendo-se os salários dos trabalhadores, já lá vai um ano, e os resultados são positivos, segundo as autoridades suecas.

Por cá temos o economista João Duque que considera que ”seria uma má ideia para os povos mais desfavorecidos no mundo”, e vai ainda mais longe no seu comentário, “um americano de barriga cheia que está farto de poluição acha bem, mas a parte subdesenvolvida do mundo acha mal” recordando que as pessoas trabalham para “aumentar o seu bem-estar” e que o positivo que se colhe do trabalho é “superior ao negativo gerado pela poluição e desperdício”.

Perante tanta “intelijumência” de tão reputado economista, nem vale a pena recordar que a América é o exemplo acabado dum país capitalista, e que a Suécia é uma das sociedades com menos desigualdades e com mais direitos do mundo. Quanto ao factor ambiental só digo que ninguém quer ficar rico condenando o planeta e a humanidade a um verdadeiro holocausto, que acabará com a nossa espécie. Não posso deixar de salientar que com os avanços das tecnologias a redução do tempo de trabalho será inevitável, porque o desemprego em massa seria insustentável.


Lamento que o senhor professor, e economista, tenha vistas tão curtas, bem como lamento que os nossos ambientalistas sejam tão pouco coerentes com os princípios que dizem defender…


sábado, março 27, 2010

HORA DO PLANETA


Este sábado, vinte municípios portugueses vão ficar às escuras entre as 20:30 e as 21:30, na sequência de uma acção concertada em todo o mundo.

A "Hora do Planeta" é promovida pela WWF (Fundo Mundial para a Natureza), que tenta alertar as populações sobre os problemas das alterações climáticas. Este ano, o quarto consecutivo, a iniciativa conta com a participação de 107 países.

Vários monumentos vão ficar às escuras em todo o País. Caso da Ponte 25 de Abril, o Mosteiro dos Jerónimos, o Cristo Rei, em Lisboa, e as pontes D. Luís e D. Maria, no Porto.



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Caricaturas e Arte
By Turcios

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quarta-feira, abril 22, 2009

domingo, abril 29, 2007

TURISMO CULTURAL

Numa conversa de amigos falou-se de museus e monumentos e também das 7 Maravilhas de Portugal. Eram três pessoas e haviam 3 opiniões diferentes sobre as escolhas das Maravilhas, o único consenso foi a estranheza de não ter sido escolhido o Palácio da Vila de Sintra para o grupo das sete finalistas. Democraticamente decidimos considerar que em vez de 7, para nós haviam 8, caso resolvido a contento. Quanto à votação da melhor, aí como éramos só três, tínhamos três escolhas diferentes e claro, ficaram as três em primeiro lugar, partilhando o pódio no mesmo degrau.
Falou-se também na importância dos monumentos na captação de turismo, e aqui houve unanimidade, pois todos concordámos que Alcobaça, Batalha e Sintra têm a visibilidade que têm, muito devido aos monumentos emblemáticos situados na zona.
Não se julgue que se estava a falar de temas que nos eram alheios, porque todos desenvolvemos actividades na área do turismo, dos museus e da história, conhecendo bastante bem o meio. O local onde a conversa decorria também era propício, pois decorria em Óbidos.
Entre os dados trocados, foi com alguma surpresa que chegámos à conclusão que o ano turístico está a ser melhor que o ano passado, com variações positivas entre os dez e os vinte por cento. A surpresa é devida ao pouco investimento feito no estrangeiro, na divulgação do Património Nacional e também porque há cada vez menos verbas para a conservação dos monumentos, mesmo dos mais emblemáticos e que captam mais visitantes estrangeiros, como os que tínhamos escolhido como Maravilhas de Portugal.A conclusão inevitável chegou, e o Ministério da Cultura não foi poupado nas nossas críticas pela sua ineficácia e falta empenhamento na área do Património, actividade que potencia todas as actividades que giram em volta da Cultura e do Turismo.

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Estamos a destruir o planeta



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