segunda-feira, julho 22, 2024
TURISMO EM EXCESSO EM SINTRA
quinta-feira, julho 04, 2024
sexta-feira, junho 28, 2024
sábado, junho 08, 2024
O DIA DE REFLEXÃO
segunda-feira, maio 27, 2024
segunda-feira, maio 20, 2024
quarta-feira, maio 15, 2024
O NOME DO AEROPORTO
segunda-feira, abril 29, 2024
UMA QUESTÃO DE TRAJES
Quando as interpretações da Lei são ambíguas, ou quando a autonomia das escolas nada valem, e o ministério não tem directivas sobre um assunto, a confusão fica instalada. Estou mesmo a imaginar se os senhores advogados diriam o mesmo se fosse uma empresa a ditar códigos de vestuário, e existem muitas, só para ver se davam respostas do mesmo teor.
Veja-se o Polígrafo SIC a que me refiro https://sicnoticias.pt/programas/poligrafo/2024-04-29-video-escola-pode-proibir-alunos-de-realizar-exames-de-acesso-ao-ensino-superior-com-base-no-vestuario--cd59992d
sábado, abril 27, 2024
DESCONFORTO MORAL
– Nietzsche, Genealogia da Moral, Segunda dissertação, §16
sexta-feira, abril 26, 2024
quarta-feira, abril 24, 2024
MARCELO O ERRÁTICO
Marcelo já teve melhores dias, agora tem andado a "meter a pata na poça", por falar demais. Disse que o novo líder do PSD era provinciano, que Costa era lento por ser oriental, que não era responsável pelo que o seu filho tinha feito (caso das gémeas), e até que Portugal era responsável pela escravatura e pela colonização e que devia compensar esses povos.
É mau demais para alguém a ocupar o mais alto cargo da nação. As declarações sobre o actual e o último 1º ministro são, no mínimo, lamentáveis. Quanto às responsabilidades dos portugueses pela escravatura e pela colonização, e alvitrar uma compensação por isso, é simplesmente um disparate, pois a culpa colectiva não é aplicável pela Convenção de Genebra de 1949, até porque os portugueses da actualidade não têm qualquer controle directo sobre essas acções.
Admira-me que o Presidente esteja preocupado com compensações a outros povos e não o esteja para com os seus compatriotas que tudo perderam por causa duma descolonização apressada e sem quaisquer garantias para os portugueses que lá viviam, e que não eram culpados pelos actos dos governantes de Portugal (entre os quais pontuou o pai do próprio Marcelo).





















