quinta-feira, julho 04, 2024
quarta-feira, setembro 14, 2022
PALAVRA DADA, PALAVRA HONRADA
quinta-feira, março 13, 2014
OS TEMPORÁRIOS DEFINITIVOS
domingo, dezembro 01, 2013
PROMESSAS E SENSIBILIDADE SOCIAL
segunda-feira, julho 08, 2013
O VALOR DA PALAVRA DE PORTAS E COMPANHIA
segunda-feira, novembro 07, 2011
DISCURSO INCONGRUENTE
Estamos todos habituados a dizer que os futebolistas de cada vez que falam dizem umas quantas calinadas, mostrando que quem é bom de bola não é forçosamente bom com as palavras.
Na política, costuma dizer-se que vinga quem tem muita lábia, porque é preciso convencer os eleitorados, falar muito sem dizer nada e sobretudo nunca se comprometer demasiado com posições absolutas, porque o que é verdade hoje pode não o ser amanhã.
As coisas não são sempre assim, pois nos nossos dias já temos futebolistas que sabem falar, e também temos políticos com dificuldades na comunicação oral.
O exemplo mais recente da má utilização das palavras é de Seguro que anunciou “uma abstenção violenta mas construtiva”, como se as palavras “abstenção”, “violenta” e “construtiva”, pudessem ser utilizadas com coerência na mesma frase.
Digam-me lá se a política nacional não está parecida com o futebol, pelo menos no modo como a utilizam a língua portuguesa?

quinta-feira, abril 24, 2008
TRATADO DE LISBOA - A INDIGNAÇÃO
Escusado será dizer que estou indignado com a atitude destes deputados da Nação, de quem eu esperava, no mínimo, que respeitassem os compromissos eleitorais. Sei que muitos dirão que era esperar muito destes senhores, mas eu continuo a pensar que a política merecia ser exercida por pessoas que soubessem honrar a sua palavra.
Porque a memória dos portugueses é curta, e a leitura não é um hábito verdadeiramente enraizado, deixo aqui umas frases compiladas de outros lados:
«Não apoia nem tem a mínima simpatia pela União Europeia. Ela ofende o seu espírito patriótico e o seu ideal de Pátria. Insurge-se contra a ideia da subserviência às ordens de uma Europa sem valores, incapaz de entender um povo que nela sempre os teve… è o repúdio de um poeta português pela irresponsabilidade com que meia dúzia de contabilistas lhe alienaram a soberania (…) e Maastrischt há-de ser uma nódoa indelével na memória da Europa.»
Sobre Torga e com palavras suas.








