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quinta-feira, outubro 10, 2024
sábado, outubro 31, 2020
ISTO É UMA PÂNDEGA
Moro em Sintra, mesmo ao pé da rotunda do Ramalhão, e faço com frequência compras no Cascais Shoping que fica a 6 Km de casa, mas agora com as medidas impostas pelo Governo não posso deslocar-me até lá porque é noutro concelho. Pois é, mas se me apetecer ir ao cinema já posso ir ao mesmo centro comercial sem desobedecer às normas e ao dever cívico de recolhimento domiciliário. Continuo a não poder dar uma volta ao quarteirão, porque o senhor polícia não me deixa e me intima a obedecer ao dito dever cívico, para meu próprio bem, na sua opinião.
É curioso que os cafés, pastelarias, lojas e restaurantes estão abertos, mas temos o dever cívico de recolhimento domiciliário, e nas excepções não consta a ida aos referidos estabelecimentos obviamente não essenciais.
Adoro a coerência das medidas tomadas por quem manda...
quarta-feira, janeiro 15, 2014
sábado, setembro 12, 2009
CONFISSÃO...
Tive uma recaída e dei uma vista de olhos às notícias. Para me penitenciar deixo-vos algo que considerei uma piada da senhora ministra da Saúde!....



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Humor Gripal

Nate Beeler
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Pintura do Mestre Botticelli
sábado, dezembro 29, 2007
POR FALAR EM SACANAGEM - CULTURA
Ontem recebi por correio electrónico mais uma pérola da nossa política cultural que demonstra as incongruências dum ministério sem rumo. Creio que uns dias antes do Natal, José Sócrates concedeu tolerância de ponto aos funcionários públicos na véspera de Natal e na véspera do Ano Novo. Claro que ficou salvaguardada a abertura de alguns serviços “vitais”, como é natural. Pois bem, os Palácios e Monumentos dependentes do Ministério da Cultura estiveram fechados na véspera de Natal, e muito bem, mas passaram a ser considerados vitais no último dia do ano.
Eu talvez seja de compreensão lenta, mas não consigo entender a lógica do conceito da senhora ministra Isabel Pires de Lima. Vejamos então, um mesmo despacho tem duas interpretações no espaço de uma semana, e a obrigatoriedade de trabalhar no dia 31 de Dezembro apenas abrange uma categoria profissional.
Consegui falar com um dirigente do IMC, que naturalmente pediu para não referir o seu nome, e fiquei a saber que “todas as verbas são indispensáveis” porque o orçamento é demasiado curto. Espantoso, digo eu, até porque recentemente até foram dadas umas borlas a pretexto de dias de qualquer coisa, penso que em Setembro, e por altura da festa da assinatura do Tratado de Lisboa, também fizeram umas borlas nos museus de Lisboa, tendo fechado os Jerónimos e o Museu dos Coches. Na altura não havia falta de dinheiro? E o que dizer da explicação dada para se manter a gratuitidade do Museu Berardo, que vai continuar durante 2008, apesar dos encargos assumidos pelo Ministério da Cultura?
Entendam-se lá os dirigentes do Ministério da Cultura, mas não façam dos funcionários e dos contribuintes, uns otários que engolem uma desculpa qualquer. Se os palácios e monumentos são serviços vitais, ou pelo menos alguns dos seus funcionários, reconheçam-no oficialmente e deixem-se de floreados.
Eu talvez seja de compreensão lenta, mas não consigo entender a lógica do conceito da senhora ministra Isabel Pires de Lima. Vejamos então, um mesmo despacho tem duas interpretações no espaço de uma semana, e a obrigatoriedade de trabalhar no dia 31 de Dezembro apenas abrange uma categoria profissional.
Consegui falar com um dirigente do IMC, que naturalmente pediu para não referir o seu nome, e fiquei a saber que “todas as verbas são indispensáveis” porque o orçamento é demasiado curto. Espantoso, digo eu, até porque recentemente até foram dadas umas borlas a pretexto de dias de qualquer coisa, penso que em Setembro, e por altura da festa da assinatura do Tratado de Lisboa, também fizeram umas borlas nos museus de Lisboa, tendo fechado os Jerónimos e o Museu dos Coches. Na altura não havia falta de dinheiro? E o que dizer da explicação dada para se manter a gratuitidade do Museu Berardo, que vai continuar durante 2008, apesar dos encargos assumidos pelo Ministério da Cultura?
Entendam-se lá os dirigentes do Ministério da Cultura, mas não façam dos funcionários e dos contribuintes, uns otários que engolem uma desculpa qualquer. Se os palácios e monumentos são serviços vitais, ou pelo menos alguns dos seus funcionários, reconheçam-no oficialmente e deixem-se de floreados.
PS - Será que a senhora ministra vai trabalhar no dia 31 de Dezembro?
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Fotografias - Ratos
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