Conforme já tinha anunciado logo que cheguei de férias, venho hoje dizer-vos algo sobre esta casa e o seu recheio.
Como se pode ver na inscrição da fachada trata-se do Museu Municipal, Manuel Soares de Albergaria, e está situado na Vila de Carregal do Sal no Distrito de Viseu.
Começando pelo edifício em si, estamos perante uma construção interessante e de características Beirãs de meados do século XX, ostentando o brasão dos Albergarias, e é conhecida na zona pelo nome de Casa das Correntes. Só o edifício e o pequeno jardim nas traseiras, valiam esta minha visita.
O museu é essencialmente etnográfico e arqueológico, tem uma exposição bem organizada, quer de antigas alfaias agrícolas, quer de vestígios arqueológicos recolhidos em campanhas arqueológicas de finais do século passado. Saliento também que na zona de Carregal do Sal existem dois percursos que se podem percorrer, de preferência numa viatura devido à sua extensão, onde estão em destaque e devidamente sinalizados monumentos pré-históricos, como sejam dólmenes muito interessantes não só pela sua situação no terreno como pela sua forma.
Para além da componente etnográfica e arqueológica, ainda se podem admirar algumas pinturas de artistas conceituados e algumas esculturas de Aureliano Lima. Resta ainda um espaço para exposições temporárias que, disseram-me, é bastante solicitado por diversos artistas plástico.
Foi uma agradável surpresa no interior deste país, em que a Cultura está votada ao esquecimento pelo poder.
Como se pode ver na inscrição da fachada trata-se do Museu Municipal, Manuel Soares de Albergaria, e está situado na Vila de Carregal do Sal no Distrito de Viseu.
Começando pelo edifício em si, estamos perante uma construção interessante e de características Beirãs de meados do século XX, ostentando o brasão dos Albergarias, e é conhecida na zona pelo nome de Casa das Correntes. Só o edifício e o pequeno jardim nas traseiras, valiam esta minha visita.
O museu é essencialmente etnográfico e arqueológico, tem uma exposição bem organizada, quer de antigas alfaias agrícolas, quer de vestígios arqueológicos recolhidos em campanhas arqueológicas de finais do século passado. Saliento também que na zona de Carregal do Sal existem dois percursos que se podem percorrer, de preferência numa viatura devido à sua extensão, onde estão em destaque e devidamente sinalizados monumentos pré-históricos, como sejam dólmenes muito interessantes não só pela sua situação no terreno como pela sua forma.
Para além da componente etnográfica e arqueológica, ainda se podem admirar algumas pinturas de artistas conceituados e algumas esculturas de Aureliano Lima. Resta ainda um espaço para exposições temporárias que, disseram-me, é bastante solicitado por diversos artistas plástico.
Foi uma agradável surpresa no interior deste país, em que a Cultura está votada ao esquecimento pelo poder.
















































