O Mosteiro da Batalha é um dos mais belos monumentos portugueses. Hoje deixo aqui algumas imagens antigas, quem sabe desconhecidas de alguns que conhecem o mosteiro como está nos nossos dias.
Mostrar mensagens com a etiqueta Batalha. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Batalha. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, agosto 21, 2018
terça-feira, abril 18, 2017
O MEU MONUMENTO PREFERIDO
Porque hoje se comemora o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios aqui fica expresso qual é o meu monumento preferido.
sábado, janeiro 28, 2017
FOTOS - MOSTEIRO DA BATALHA
A zona fronteira ao Mosteiro da Batalha já teve outro aspecto e as mudanças até aos nossos dias foram diversas como se percebe pelas fotografias.
1
sexta-feira, março 18, 2016
MOSTEIRO DA BATALHA - CURIOSIDADE
Perante uma questão que me foi
colocada por um amigo ligado ao turismo, que ouviu uma explicação dada por um
colega sobre os túmulos que se encontram na Capela do Fundador do Mosteiro da
Batalha, aqui fica uma explicação muito sucinta, acompanhada por algumas
fotografias.
Os túmulos que se encontram
adossados às paredes da capela são de épocas muito diferentes, sendo as mais
antigas do século XV, as da parede do fundo, sendo o da esquerda o do Infante
D. Fernando, seguindo-se o do Infante D. João, depois está o do Infante D.
Henrique, com uma estátua jacente, e por último o do Infante D. Pedro, todos
filhos de D. João I e de D. Filipa de Lencastre, cujo túmulo está no centro da
sala.
Os que se encontram na parede
poente, foram mandadas fazer por D. Carlos, no princípio do século XX, e são,
da esquerda para a direita, o túmulo de D. Afonso V, depois o de D. João II, e
por último o do príncipe D, Afonso, primogénito de D. João II.
domingo, julho 01, 2012
REVISITAR AS COBERTURAS DA BATALHA
Ao ouvir ontem o programa da TSF, “Encontros com o Património” pude recordar uma visita única para a qual fui convidado por um amigo que trabalhava no Mosteiro da Batalha, e que nunca mais esqueci.
O motivo desta recordação prende-se com as afirmações dum senhor que já foi subsecretário de Estado da Cultura, se não estou em erro, e que agora é director de uma direcção geral que tem a tutela daquele monumento, que estava errada.
Segundo Elísio Sumavielle, estão previstas visitas às coberturas do Mosteiro da Batalha, a partir do próximo ano, e que segundo o mesmo o público nunca teria visto.
Na realidade eu visitei as coberturas do Mosteiro da Batalha, inserido num grupo de cerca de 30 pessoas há cerca de 28 anos, acompanhado por um funcionário do mosteiro, que nos foi falando sobre diversos pormenores como por exemplo os vitrais, as gárgulas, um varandim sobre as Capelas Imperfeitas, etc.
Nunca mais me esqueci dos enormes telhões em pedra que cobrem a nave da Igreja, nem da Torre do Relógio e o som do seu relógio, que já não ouvi em visitas feitas posteriormente. Recordo-me bem que o grupo acedeu às coberturas por um torreão situado junto da fonte próxima do Refeitório dos Frades.
Pelos vistos ninguém informou devidamente o senhor diretor-geral, e se calhar ainda querem colher a autoria da ideia, que alguém já teve há quase três décadas. Mesmo assim asseguro-vos que uma visita às coberturas daquele monumento vale mesmo a pena, sobretudo para quem o conheça relativamente bem.
*
quarta-feira, agosto 15, 2007
ECOS DA HISTÓRIA
Passou ontem mais um ano sobre a data dum dos acontecimentos mais marcantes da História de Portugal, e certamente uma das maiores vitórias militares de todos os tempos.
A data passou quase despercebida em todo o país e a comunicação social também não lhe deu particular relevo, mas eu não podia deixar de colocar neste blogue um pequeno apontamento relativo a este marco histórico de identidade nacional.
A data passou quase despercebida em todo o país e a comunicação social também não lhe deu particular relevo, mas eu não podia deixar de colocar neste blogue um pequeno apontamento relativo a este marco histórico de identidade nacional.
««« - »»»
A Batalha de Aljubarrota decorreu no final da tarde de 14 de Agosto de 1385, entre tropas portuguesas comandadas por D. João I de Portugal e o seu condestável D. Nuno Álvares Pereira, e o exército castelhano de D. Juan I de Castela. A batalha deu-se no campo de S. Jorge, nas imediações da vila de Aljubarrota, entre as localidades de Leiria e Alcobaça no centro de Portugal. O resultado foi uma derrota definitiva dos castelhanos e o fim da crise de 1383-1385, e a consolidação de D. João I como rei de Portugal, o primeiro da dinastia de Avis.
Origem: Wikipédia

Subscrever:
Mensagens (Atom)











