segunda-feira, abril 11, 2022
A RAZÃO DO AUMENTO DOS PARTIDOS POPULISTAS
quinta-feira, março 07, 2013
PALAVRAS VAZIAS
terça-feira, janeiro 22, 2013
O DISCURSO DE OBAMA
segunda-feira, novembro 07, 2011
DISCURSO INCONGRUENTE
Estamos todos habituados a dizer que os futebolistas de cada vez que falam dizem umas quantas calinadas, mostrando que quem é bom de bola não é forçosamente bom com as palavras.
Na política, costuma dizer-se que vinga quem tem muita lábia, porque é preciso convencer os eleitorados, falar muito sem dizer nada e sobretudo nunca se comprometer demasiado com posições absolutas, porque o que é verdade hoje pode não o ser amanhã.
As coisas não são sempre assim, pois nos nossos dias já temos futebolistas que sabem falar, e também temos políticos com dificuldades na comunicação oral.
O exemplo mais recente da má utilização das palavras é de Seguro que anunciou “uma abstenção violenta mas construtiva”, como se as palavras “abstenção”, “violenta” e “construtiva”, pudessem ser utilizadas com coerência na mesma frase.
Digam-me lá se a política nacional não está parecida com o futebol, pelo menos no modo como a utilizam a língua portuguesa?

terça-feira, novembro 23, 2010
CONFUSÃO OU DISPARATE?
A correcção parece ser um mero pormenor, mas não é assim tão sem importância, porque este mesmo senhor tem salientado várias vezes, demasiadas até, os últimos aumentos reais da função pública.
Como se sabe, e é evidente, a derrapagem nos gastos públicos não deriva dos aumentos de vencimentos mas sim dos aumentos do serviço da dívida pública, das prestações sociais por causa do desemprego, e muito substancialmente nas Parcerias Publico Privadas, fundações e em presas públicas e municipais.
O senhor economista deveria distinguir bem que o Estado somos nós, e que o aumento da despesa pública é da responsabilidade do Governo que esteja no poder. Só assim é que se define bem quem tem a responsabilidade pelas coisas, sem sofismas. Falar claro é muito importante.
segunda-feira, janeiro 19, 2009
A ACTUALIDADE
Enquanto por cá assistimos a mais uma greve dos professores, que parece ser a única maneira de se conseguir alguma atenção por parte do Governo, que teima em não recuar e encontrar consensos, na Palestina começou o recuo das tropas israelitas, depois da morte de centenas de inocentes imolados pela teimosia de dirigentes pouco sensatos.
Com as movimentações de Paulo Portas e de José Sócrates no passado fim-de-semana, e os seus discursos inflamados, que poluíram literalmente os serviços noticiosos, fiquei com a sensação de que o pensamento de esquerda predomina nestes senhores, ainda que um clame não ser nada de esquerda. A proximidade das eleições, influencia os discursos, mas após a votação tudo muda, e o contrário é sempre o mais provável, como aliás é apanágio da nossa classe política.
Um pouco por toda a Europa começa a desenhar-se o falhanço da injecção de dinheiros públicos na banca, sem serem criadas novas regras e novas formas de regulação, e a prova é a retracção nos créditos e a exigência de mais dinheiro porque as perdas são muito maiores do que aquilo que nos foi dito. Melhor dito, vamos colocar mais recursos nas mãos de quem “estoirou” com a economia, mantendo as regras que permitiram essa actuação lesiva para todos. Anda tudo doido!
Amanhã toma posse Obama como presidente dos EUA, um homem em que muitos depositam altas esperanças, mas que já teve o cuidado de vir dizer que vai defraudar alguns. Esperemos que saiba defender aquilo que transmitiu nos seus discursos.

(Imagens retiradas da Net)sexta-feira, novembro 02, 2007
AS POUPANÇAS PÚBLICAS
Um exemplo do que digo foi dado por José Tavares, director-geral do Tribunal de Contas, que disse «Uma boa reforma da administração pública pode contribuir para gerar poupanças, por exemplo através da definição de objectivos, da redução de despesa e da eliminação de duplicações de procedimentos inúteis» e «Isto além da boa gestão pública que é sempre, por natureza, geradora de poupanças».
Mas também acabou por colocar o dedo na ferida dizendo que a «área das obras públicas é a que suscita maior preocupação, uma vez que de acordo com análises realizadas, as obras públicas em Portugal têm terminado com um acréscimo de custos superior a 100 por cento».
Mas há mais onde se pode poupar como seja, em estudos, pareceres, projectos e consultadorias, onde estão previstos para 2008, 190 milhões, mais 74 milhões do que em 2007. Estes recursos sistemáticos a serviços externos, muitas vezes são absolutamente desnecessários já que existem organismos públicos com capacidade para os realizarem com a mesma eficácia.
As tais gorduras de que muitos falam, existem de facto, mas pelos vistos há quem faça vista grossa porque as clientelas não iam gostar de ouvir a verdade.










