Depois de várias horas de coisas sem grande interesse, lá houve alguém que fez umas perguntas bem dirigidas a Luís Neves (um representante da IL), que este não respondeu deixando ainda mais dúvidas sobre a narrativa do ministro. Este balançou entre o herói que combateu gangsters e o humilde penitente que reconheceu dois erros (ou seriam infracções à Lei?).
Foi um espectáculo deprimente que em nada beneficiou o ministro, nem serviu para nos esclarecer sobre vários factos que nos chegaram via comunicação social.

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