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domingo, novembro 28, 2021

SACRIFÍCIOS IMPOSTOS PELA VITÓRIA

Os militantes do PSD foram a votos para escolher o chefe, e Rui Rio, que era um dos candidatos acabou por ganhar a maioria dos votos. Anteriormente tinha dito que tinha comprado duas garrafas de champanhe e agora foi a altura de beber, pelo menos uma delas.

A vitória obriga a este tipo de sacrifícios...


 

terça-feira, janeiro 22, 2013

O DISCURSO DE OBAMA

Estamos habituados a considerar os EUA como um país sem preocupações sociais, e foi com alguma surpresa, pelo menos para alguns, que o discurso do seu presidente, após o juramento de segundo mandato, que se constatou que a protecção social dos mais desprotegidos passou a ser uma prioridade, e que a distribuição dos sacrifícios deverá passar a "tocar" os mais poderosos, aliviando um pouco o fardo da chamada classe média.

Este discurso é agora mais europeu do que a maioria dos que ouvimos nestes dias no velho continente.


domingo, novembro 25, 2012

OS SACRIFICADOS

O panorama para os trabalhadores portugueses é cada vez mais negro, pois apesar de todo o aperto de cinto imposto pelo governo, Portugal continua a ver a sua dívida pública a subir, e a recessão é cada vez mais evidente.

De todos os impostos, e são muitos, o único que tem contribuido todos anos em sentido crescente tem sido o IRS, enquanto os outros impostos, apesar dos aumentos impostos, têm vindo a decrescer.

Directamente nas despesas do Estado o que mais pesa são os cortes nos subsídios de férias e de Natal dos funcionários públicos e pensionistas, o que não obsta que a despesa do Estado aumente, não só pelo aumento das despesas sociais e sobretudo dos encargos da dívida pública.

O ano de 2013 apresenta-se ainda mais negro para quem trabalha, amenos que o povo se una e decida acabar com estes sacrifícios inúteis por causa da incompetência e teimosia dos governantes.


sexta-feira, setembro 30, 2011

POIS É!

Acabou de ser reconhecido que apesar de todos os cortes e do aumento de impostos já efectuados, a meta do défice não será atingida.

Como sempre a culpa não é do Governo, não é dos anteriores governantes, não é das empresas e não é dos cidadãos. Agora a culpa é do défice escondido da Madeira, mas lá temos Alberto João Jardim como candidato a mais uma reeleição, como se nada fosse com ele.

Mas nesta questão de responsabilidades, temos os actuais governantes a dizer que tudo é por causa da ruinosa gestão dos anteriores executivos, e estes por sua vez dizem que a culpa é dos actuais.

Claro que é fácil atirar as culpas para os outros, e há quem culpe os funcionários públicos, quem culpe as empresas, quem culpe os desempregados, e quem culpe os bancos, é só escolher.

Quem votou nos actuais e antigos governantes? São muito poucos os que admitem ter errado na escolha, e entre estes há alguns que ainda teimam em dizer que foram os outros que tiveram a culpa.

Eu pago os meus impostos a horas, não tenho empréstimos ao banco, tenho uma carripana com mais de dez anos e faço uma vida modesta desde sempre, sem nunca ter votado nem na rosa nem na laranja, não creio ter contribuído para a crise, mas pago-a. A única culpa que eu admito é de nunca me ter atrevido a criar um partido, ou de não ter conseguido convencer portugueses suficientes a não votarem nos partidos do costume, que quer queiram, quer não, são os maiores responsáveis pela situação que o país atravessa.

Se as responsabilidades fossem tomadas a sério e se os culpados tivessem vergonha na cara, tudo podia mudar.


segunda-feira, dezembro 08, 2008

SINAIS DA CRISE

Acabei de ler há pouco que um stand na Bélgica resolver fazer uma promoção inédita no sector, do tipo compre um carro, leve dois. Basta comprar um automóvel com o preço mínimo de 22.800 euros e de pois escolher outro totalmente grátis, de uma selecção cujo valor real ronda os 14 mil euros. Na notícia (esta) não consta que o proprietário venha a perde dinheiro com esta promoção, pois terá conseguido grandes descontos por parte dos fornecedores. O sucesso tem sido enorme.


A crise no sector automóvel é mundial, e nos EUA os grandes fabricantes para conseguirem ajudas do Governo, comprometeram-se reduzir os custos abdicando dos seus salários milionários, reduzindo-os a um dólar, e a vender os jactos das empresas.


As coisas estão realmente más, um pouco por todo o lado. Obama diz que as ainda vamos ter tempos mais difíceis em 2009, na Alemanha são os principais bancos que anunciam 2009 como um ano de más notícias para a Alemanha, e o presidente do BCE, que ainda há pouco a taxa de juros, também diz que a actual crise financeira vai ter um impacto maior do que o previsto na economia real da zona euro.


Os portugueses, segundo José Sócrates, vão sentir “algum alívio” nas suas carteiras, devido à baixa dos juros e à descida dos combustíveis. Talvez ainda se arrependa do que disse, mas isso vai ver-se em breve.

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