domingo, fevereiro 15, 2026
segunda-feira, novembro 19, 2018
MOTIVOS DE REVOLTA
sexta-feira, julho 17, 2009
INTERNET BUÉ CARA
Nem sei se o título está bem escrito, mas o caso não deixa de ser verdadeiro, seja qual for a grafia utilizada. A Autoridade da Concorrência (AdC) acabou de descobrir e divulgar esta realidade ao referir-se globalmente às comunicações electrónicas.
Os serviços de comunicações estão nas mãos de privados, o que segundo os gurus da economia devia ser uma vantagem, mas a verdade é que no caso particular da banda larga, apresentam tarifas exactamente iguais, pacotes iguais e até equipamentos do mesmo tipo. Sobre isto nada consta na análise conhecida.
A aposta do governo, anunciada até à exaustão, de investir nas novas tecnologias parece ter esquecido por completo o preço dos serviços. Não basta anunciar investimentos fabulosos em fibra óptica, e afirmar o apoio do Estado, porque afinal somos nós os utilizadores que pagamos, e demais, para que essas estruturas sejam feitas.
Como apontamento final uma palavrinha no que diz respeito à assistência fornecida pelos fornecedores dos serviços de Internet, que como sabemos são uma perfeita anedota, sendo o cliente atendido por um operador (chamar-lhe-ia telefonista) que quase nunca sabe patavinas de informática e que se limita a ler “a cartilha” que lhe colocam à frente, para procedimentos que os iniciados já fizeram sem resultados, e depois tomam nota dos dados para uma visita dos serviços técnicos. Mais um esclarecimento, as chamadas para o apoio ao cliente são pagos.
793
quinta-feira, setembro 18, 2008
COMBUSTÍVEIS – FRASES SOLTAS
"Estou preparado para tomar toda e qualquer medida em defesa dos consumidores"
Manuel Pinho (ME)
«O analista considera difícil que o ministro "tenha uma medida prática que possa tomar", à excepção da baixa do ISP (Imposto sobre os Produtos Petrolíferos) e da fixação dos preços administrativamente.
Contudo, a descida dos impostos não é desejável para os cofres do Estado e fixar os preços administrativamente é "recuar quatro anos" na liberalização do mercado, defendeu.»
Pedro Morais (ESR)
Uma intervenção no mercado liberalizado é também recusada pelo secretário-geral da Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas (APETRO), José Horta, que afirma que o primeiro-ministro garantiu "há dois anos que não interviria no preço dos combustíveis".
Lusa
O analista financeiro da IMF - Informação de Mercados Financeiros, Ricardo Marques, afirmou à Lusa não se pronunciar sobre "medidas políticas", mas considera que as petrolíferas usam fórmulas de cálculo diferentes na subida e na descida dos preços dos produtos.
"Há claramente uma política comercial que não me parece que seja igual nas subidas e nas descidas, baseada na cotação dos produtos refinados em euros", afirmou.
Lusa









