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sábado, outubro 31, 2015

AFINAL HÁ BRUXAS

Lá se realizou mais uma investidura de ministros e secretários de Estado, com direito a discurso de Cavaco Silva, e com extraordinárias medidas de segurança, parecendo que havia receio de algum atentado.

A cerimónia foi tristonha e enfadonha q.b.,os mais bem dispostos pareciam os ministros e ajudantes cessantes, dando a ideia de que todos os indigitados para este executivo, estão mentalizados para um mandato muito curto.

Cavaco e Passos Coelho não acreditaram em bruxas, mas lá que as há, isso há!

sexta-feira, maio 10, 2013

ISTO NÃO É UM GOVERNO



Os cidadãos votam e por essa via escolhem quem acaba por nomear todos os membros do governo, a começar pelo 1º ministro. O governo responde perante o povo e perante os seus eleitos (o Parlamento), devendo ser julgado segundo o cumprimento das suas promessas e do seu programa eleitoral, e sobre a sua acção em prol dos cidadãos, e em respeito da Constituição.

O executivo de Passos Coelho não reúne nenhuma das condições expostas no parágrafo anterior, mas ainda consegue fazer pior, que é ignorar a vontade do povo, e obedecer a instituições exteriores que acabam por se sobrepor ao interesse nacional.

Depois da troika agora vem a OCDE mandar mais uns palpites, todos eles na direcção de destruir o Estado social que ainda temos, deixando um país que empobrece a cada dia que passa, cada vez mais deprimido e à beira de convulsões sociais que já começam a desenhar-se em todos os sectores da sociedade.

Os cidadãos não elegeram o governo para este ser uma emanação de interesses estrangeiros, nem para verem os seus direitos sociais extintos, o que não foi nunca uma promessa eleitoral. O pais inteiro está a ser destruído por um governo incompetente, que mentiu ao apresentar-se ao eleitorado, e que está mais interessado em servir interesses estrangeiros do que os dos seus cidadãos.



quinta-feira, setembro 18, 2008

COMBUSTÍVEIS – FRASES SOLTAS

"Estou preparado para tomar toda e qualquer medida em defesa dos consumidores"

Manuel Pinho (ME)

«O analista considera difícil que o ministro "tenha uma medida prática que possa tomar", à excepção da baixa do ISP (Imposto sobre os Produtos Petrolíferos) e da fixação dos preços administrativamente.

Contudo, a descida dos impostos não é desejável para os cofres do Estado e fixar os preços administrativamente é "recuar quatro anos" na liberalização do mercado, defendeu.»

Pedro Morais (ESR)

Uma intervenção no mercado liberalizado é também recusada pelo secretário-geral da Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas (APETRO), José Horta, que afirma que o primeiro-ministro garantiu "há dois anos que não interviria no preço dos combustíveis".

Lusa

O analista financeiro da IMF - Informação de Mercados Financeiros, Ricardo Marques, afirmou à Lusa não se pronunciar sobre "medidas políticas", mas considera que as petrolíferas usam fórmulas de cálculo diferentes na subida e na descida dos preços dos produtos.

"Há claramente uma política comercial que não me parece que seja igual nas subidas e nas descidas, baseada na cotação dos produtos refinados em euros", afirmou.

Lusa




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segunda-feira, março 10, 2008

AVALIAÇÃO E CARREIRAS

Já aqui chegaram alguns comentários sobre as avaliações na função pública de pessoas que, embora desconhecendo o que está consignado na lei, continuam a afirmar que são inteiramente a favor desta reforma agora em vigor. Evidentemente que tenho todo o respeito por quem emite a sua opinião sincera, mas achei que um artigo do DN de 10 de Março era bastante elucidativo, para quem se desse ao trabalho de o ler.

Começo por deixar alguns excertos bem elucidativos como, “A partir do próximo ano, a maioria dos funcionários públicos vai levar mais tempo a progredir na carreira e o seu percurso será muito mais imprevisível. Porém, para uma minoria "felizarda", atingir o topo será mais rápido”, ou “O sistema formal e rígido que esteve em vigor até 2004 vai ser substituído por mecanismos flexíveis que, embora se baseiem em critérios de avaliação objectivos, darão ao dirigente uma margem de manobra "subjectiva" muito maior do que antigamente. O regime de vínculos e carreiras prevê cláusulas excepcionais que agilizam o posicionamento do trabalhador recém ingressado na administração e as alterações de níveis salarial, tudo em função da opinião do respectivo dirigente.”

Antes destas alterações, a subida de categoria estava condicionada por um concurso público, ainda que o mesmo pudesse estar armadilhado por requisitos que “podiam ser à medida” de certos candidatos, mas havia sempre a possibilidade de recurso e até de impugnação, o que aconteceu bastas vezes. Com as novas regras passa a ser possível admitir alguém que não entre pela base da carreira, podendo o posicionamento na grelha ser “negociado” entre o candidato e o dirigente, mas além disso até há excepções interessantes, um chefe pode fazer um funcionário “subir” mais do que um nível remuneratório, desde que não ultrapasse outros colegas que tenham melhor classificação de desempenho.

Já agora mais uma curiosidade do sistema, as mudanças de escalão podem ser de 2 em 2 anos, com a classificação de excelente (5% do universo), ao fim de três anos com relevante (20% do universo), ou ao fim de 5 com um desempenho adequado (75% do universo). Antes que me esqueça, isto acontece se existir dotação orçamental, mas se não houver, serão necessários 4 anos em vez de 2, 5 em vez de 3, e 10 em vez de 5.

Pode ser que ainda haja quem esteja de acordo com este modo de estimular a produtividade e premiar o desempenho dos funcionários públicos, mas mantenho a minha opinião inicial, isto é um disparate completo.

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