O ministro das Finanças personaliza na sua pessoa o governo de que é membro, e o que ele diz é o que o colectivo decide. Sempre que ouvimos o ministro Vítor Gaspar, já sabemos que vem aí mais algum ataque aos contribuintes.
Não causou grande admiração ouvir há dias o ministro das Finanças dizer que não podia recuar nos cortes dos subsídios dos funcionários públicos e dos pensionistas. Os motivos alegados foram a falta de almofadas ou de alternativas, o facto de só poder ser substituído por outros cortes na despesa pública, e o acordo feito com a troika.
Diferente é o caso da recapitalização da banca, não que me cause grande admiração, que pode vir a ser alterada, nas palavras do mesmo ministro. Agora não fala dos prazos impostos pela troika, mas admite alargar os prazos de reembolso por parte da banca. Curiosamente fica-me também na memória o facto de Vítor Gaspar já ter dito que o Estado, apesar de passar a ser investidor nos bancos, vai ser um actor passivo, o que não lembra nem ao careca.
A flexibilidade do ministro Gaspar só existe para a banca, porque no que respeita aos que vivem dos rendimentos do trabalho, pensionistas e desempregados, a flexibilidade é nula.
Yes you are right by doing this the poor would definitely get the benefits.
ResponderEliminarthanks for sharing the wonderful post.
Este Vitinho já assegurou um lugar na alta finança com esta ajuda aos bancos.
ResponderEliminarBjos da Sílvia
A escolha dos asnos para ilustrar a coisa é muito feliz.
ResponderEliminarLol
AnarKa
Quem acredita num "boy" dos bancos.
ResponderEliminarEu não
Saudações amigas
Vítor Gaspar já não adormece os portugueses com aquele tom, lixa e bem os portugueses.
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