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terça-feira, outubro 02, 2018

A HISTÓRIA DE PORTUGAL

Numa altura em que o politicamente correcto é salientar que as nossas conquistas foram feitas à custa do domínio armado e do desmantelamento de qualquer ameaça de resistência por parte dos oponentes, como se esse não fosse o método habitual usado em qualquer conquista, e sem qualquer enquadramento histórico, há notícias que não devem passar despercebidas.

Sabe-se desde 2015 que os actuais europeus surgiram a partir da Ucrânia. Há cerca de 4.500 anos chegaram à Península Ibérica os yamnayas, que matou a grande maioria dos homens, poupando as mulheres, acabando por influenciar geneticamente as populações dos territórios onde hoje existem Portugal e Espanha.

Não sei se a notícia só agora divulgada pela imprensa nacional, chegará a tempo para também influenciar o ensino da História de Portugal, como também devia acontecer, a bem da verdade histórica.


quinta-feira, abril 12, 2018

FISCALIZAÇÃO E RIGOR

Alguns pais deram moradas de amigos para poderem matricular os filhos em escolas mais perto dos serviços, ou com melhor posição no ranking, e efectivamente podem prejudicar outros estudantes, que na realidade vivem na área destas escolas mais procuradas.

Parece que se prepara uma maior fiscalização no sentido de se evitar esta prática, mas já se fala em procedimentos criminais, o que me parece ser um exagero, porque todos conhecemos situações mais graves, envolvendo políticos e dinheiros públicos, que até agora não mereceram qualquer acção do ministério público, apesar de serem públicos casos bem graves.

Atenção senhores políticos, o exemplo deve vir de cima, e esse tem sido péssimo...


quarta-feira, junho 12, 2013

O RIGOR DE CAVACO



Cavaco Silva diz que o Presidente da República não governa, que não tem que fiscalizar o governo e que não está disposto a lançar a bomba atómica destituindo o executivo.

A visão minimalista das funções presidenciais e a colagem ao governo que até é da sua cor partidária, tem sido uma constante desde que Passos Coelho tomou posse e isso ficou ainda mais claro no discurso do passado dia 10 de Junho.

As afirmações de Cavaco Silva sobre a Defesa, quando disse que recusava, na Defesa, o “mero exercício de rigor orçamental” mostram bem o alinhamento com o executivo. Recorde-se que o executivo que corta em todas as funções do Estado, permite já as promoções na Defesa, o que não é possível em todo o resto do Estado.

Cavaco, na mesma linha do governo, diz que recusa o “mero exercício de rigor orçamental” na Defesa, não o recusando em mais nenhum outro sector. O carácter “distinto” dos militares e o seu “espírito de missão” são comuns a todas as funções públicas, em tempos de paz, e é injusto o Presidente (que devia ser) de todos os portugueses, fazer distinções.

O rigor de Cavaco, outro cidadão em funções públicas, é muito questionável, e muitos perguntam se as armas que estão nas mãos dos militares não têm um peso elevado nesta distinção de cidadãos em funções públicas…