quinta-feira, janeiro 21, 2021

DESCONTROLE

A teimosia de António Costa no caso do fecho das escolas, em que partiu da negação absoluta, passou pela negação suave, pela possibilidade se fosse por causa da estirpe britânica, e depois pelo fecho total sem aulas à distância, é lamentável e até condenável.

Justificando-se com o argumento de que o encerramento total é por causa da estirpe britânica, que esta semana teve um crescimento muito significativo, decretou o encerramento total das aulas presenciais, transformando estes 15 dias em férias de emergência, a compensar posteriormente. Inédito é constatar que o comunicado do Conselho de Ministros diz que os privados também têm que parar.

Pelo que se percebe ainda não foram distribuídos os computadores já comprados, e muitos ainda nem foram adquiridos, ao contrário do previsto, e o ministério não terá preparado um plano alternativo que pudesse ser usado se fosse necessário, como agora se verificou.

Esta trapalhada total é que não era prevista por ninguém, e é mais grave ainda porque acontece quando a Presidência portuguesa do Conselho da União Europeia atravessa dificuldades por causa doutra trapalhada do Governo português.

 

 https://www.soescola.com/wp-content/uploads/2017/01/escola-desenho.jpg

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