terça-feira, setembro 04, 2018
O AUMENTO DAS DESIGUALDADES
quarta-feira, novembro 20, 2013
LÓGICA NA CULTURA
As explicações ficaram-se pela
empatia que terá com o assessor escolhido, com a necessidade absoluta de mais
um motorista devido a ter múltiplas direcções gerais na sua dependência e pelo
fato de todos eles trabalharem sete dias por semana e sem horários,
subentendendo-se que o SEC também o faz.quinta-feira, outubro 18, 2012
HIPOCRISIA NA POLÍTICA
terça-feira, abril 13, 2010
UM TACHO DE CIMENTO
O “S” que ambos partidos usam nas suas siglas é um mero apêndice enganador, que serve apenas para iludir distraídos ou pouco atentos cidadãos. As preocupações sociais são incompatíveis com um liberalismo selvagem, por falta de verdadeira regulação dum Estado descomprometido com quaisquer interesses económicos.
A imagem que estes dois partidos projectam é a de quererem posicionar pessoas das suas hostes em lugares de decisão em empresas chave, para obterem por interpostos indivíduos, cobertura para alcançar objectivos precisos, que não são coincidentes com o interesse público.
Até hoje ainda não se tornou claro se os dois altos quadros da PT que são suspeitos no caso da TVI foram nomeados por indicação do governo, ou não, o que é completamente aberrante, e ainda assim assiste-se ao espectáculo ridículo da guerra de nomes para a administração da Cimpor, onde figuraram ex-políticos, que parece ter terminado com a escolha de um deles, que por acaso, esteve numa pasta ligada ao negócio que a empresa desenvolve.
Será que é necessário alterar a Constituição para obviar a esta promiscuidade entre a política e os negócios, ou será que basta respeitar as incompatibilidades óbvias? É que com este espectáculo ficamos todos com a impressão que a política deixou de ser uma actividade nobre, em que o interesse público está acima de tudo, para se tornar numa profissão onde os interesses pessoais e os do partido estão em 1º lugar.
terça-feira, maio 05, 2009
OS MUTANTES DA POLÍTICA
Mudar de opinião não é em si mesmo mau ou condenável, mas em política, e devido aos princípios que se defendem, pode ser um pouco complicado. Nada tenho contra quem muda de ideias, mas já contra quem “ se adapta” mandando às urtigas os princípios, tenho as mais sérias reservas, na melhor das hipóteses.
Por vezes ouço algumas pessoas mais novas, ou pelo menos mais crédulas a falar da morte das ideologias e na ascensão do pragmatismo. Será que é mesmo assim, ou estaremos perante “o tal poder de adaptação” que os políticos actuais parecem privilegiar?
Quem sou eu para julgar quem quer que seja, mas fico espantado com a facilidade com que alguns senhores e senhoras mudam de cores, sempre com a mesma convicção nas palavras que lhes ouvimos. Não sei se há muitos que acreditem neles, mas politicamente lá vão eles singrando na vida.
Curiosamente, e porque comecei a escrever pensando
É o respeito que me faz não caracterizar melhor as cambalhotas, mas continuarei a defender princípios e não partidos, porque a sua lógica tem destas coisas, o que não me agrada nada.







