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terça-feira, agosto 07, 2018

MUSEUS E OS SEUS PROBLEMAS


Não adianta iludir a questão, os problemas dos museus, palácios, monumentos e sítios arqueológicos existem, e são de diversa ordem.

À cabeça podemos apontar a falta de recursos, materiais e humanos, que não são ultrapassados por causa da falta de importância que os diferentes governos dão à pasta da Cultura. O dinheiro escasseia, sem dúvida, e o pessoal mais ligado ao funcionamento e à manutenção e restauro é manifestamente insuficiente e mal remunerado.

Nada disto é segredo, ou sequer desconhecido pelos responsáveis e até pela opinião pública. Podem pergunta porque é que são poucos a denunciar a situação, começando pelo ministro da Cultura que não ergue a voz, ou pela directora-geral da DGPC, que também não se manifesta publicamente, ou ainda por inúmeros directores de museus 
que se mantêm silenciosos, perante tanta penúria.

O conformismo e a vontade de não fazer ondas de tantos responsáveis a vários níveis da pirâmide que é responsável pelo Património, está espelhada nos serviços, nas colecções, na sua exposição, na conservação, e no funcionamento dos serviços, para dar apenas alguns exemplos.

Como diria La Fontaine, “as pessoas que não fazem barulho são perigosas”.



terça-feira, abril 13, 2010

UM TACHO DE CIMENTO

Os ventos liberais que sopram dentro do PS de Sócrates, e agora também no PSD com esta nova gerência, não descansam nenhum português preocupado com mercados justos e preocupações sociais.

O “S” que ambos partidos usam nas suas siglas é um mero apêndice enganador, que serve apenas para iludir distraídos ou pouco atentos cidadãos. As preocupações sociais são incompatíveis com um liberalismo selvagem, por falta de verdadeira regulação dum Estado descomprometido com quaisquer interesses económicos.

A imagem que estes dois partidos projectam é a de quererem posicionar pessoas das suas hostes em lugares de decisão em empresas chave, para obterem por interpostos indivíduos, cobertura para alcançar objectivos precisos, que não são coincidentes com o interesse público.

Até hoje ainda não se tornou claro se os dois altos quadros da PT que são suspeitos no caso da TVI foram nomeados por indicação do governo, ou não, o que é completamente aberrante, e ainda assim assiste-se ao espectáculo ridículo da guerra de nomes para a administração da Cimpor, onde figuraram ex-políticos, que parece ter terminado com a escolha de um deles, que por acaso, esteve numa pasta ligada ao negócio que a empresa desenvolve.

Será que é necessário alterar a Constituição para obviar a esta promiscuidade entre a política e os negócios, ou será que basta respeitar as incompatibilidades óbvias? É que com este espectáculo ficamos todos com a impressão que a política deixou de ser uma actividade nobre, em que o interesse público está acima de tudo, para se tornar numa profissão onde os interesses pessoais e os do partido estão em 1º lugar.



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