quinta-feira, maio 28, 2015
ENCHER A BARRIGA A GULOSOS
sexta-feira, julho 25, 2014
OS ALVOS PREFERIDOS
sexta-feira, junho 27, 2014
ETERNIZAR O TEMPORÁRIO
quinta-feira, janeiro 27, 2011
E O VALE TUDO...
Talvez haja quem pense que estou a ser alarmista ou até exagerado, mas se atentarem bem ao que se segue talvez mudem de opinião, já que a prática actual já o demonstra.
Para o cálculo dos tais cortes os serviços adicionam ao salário bruto os subsídios, mais os abonos (excepto o de família) e o trabalho extraordinário, que no caso de atingirem um montante superior a 1.500 euros, ficam imediatamente sujeitos ao desconto. Os trabalhadores que trabalham por turnos e que façam algum trabalho extraordinário podem ser alvo de descontos com salários base bastante inferiores à tal quantia de 1.500 euros.
Não quero ser ave de mau agoiro, mas com a interpretação vigente neste mês de Janeiro, qualquer trabalhador com um salário base de 750 euros é também um alvo potencial desta medida do Governo, pelo menos em dois meses do ano, quando receber o subsídio de férias e o de Natal.
Apetece dizer que nos estão a meter a mão no bolso à força toda, e ainda nos chamam parvos.
terça-feira, junho 22, 2010
CONCESSÃO OU EXPLORAÇÃO?
O caso das portagens e dos chips que dizem ser obrigatórios já a partir de dia 1 de Julho, faz-me recordar D. João II, o Príncipe Perfeito. Este rei que sucedeu a D. Afonso V, recebeu um reino exaurido e com os cofres vazios, por isso afirmo; “Herdo apenas as estradas de Portugal”.
Nos nossos dias nós nem podemos dizer o mesmo que o monarca, porque as estradas que já pagámos com os nossos impostos, estão agora concessionadas a empresas que apenas se preocupam com o lucro e não com a utilidade pública que esses equipamentos têm para a economia do país. A culpa talvez até nem seja dos concessionários mas sim dos governos que vão vendendo Portugal às prestações.
Tudo o que era para ser gratuito é agora para pagar, e bem caro. Mas a preocupação em garantir o lucro aos concessionários, leva a que sejamos obrigados a comprar equipamentos electrónicos que evitam a contratação de portageiros, e fazem que a obrigatoriedade de postos SOS nas estradas anteriormente concessionadas, passem a ser letra morta.
Vale tudo para garantir o lucro a uns quantos, à custa dos utentes que pagam as estradas por diversos carrinhos, começando nos impostos da compra das viaturas, ao imposto de circulação, passando pelo ISP, não esquecendo o eco valor dos pneus que acabam por ser transformados em pavimento das estradas a baixo custo.
Que diria D. João II se herdasse este país agora? Fui roubado!


sexta-feira, maio 21, 2010
CURTINHAS DA CULTURA
Exposição em Coimbra – Foi inaugurada ontem em Coimbra, a exposição de 56 trabalhos de alguns dos mais importantes pintores do Surrealismo do século XXI, em exibição na Fundação Bissaya Barreto. Leia mais AQUI
Roubo de Arte – Foram roubados do Museu de Arte Moderna de Paris, cinco quadros de pintores famosos, como Picasso, Matisse, ou Léger. O roubo foi avaliado em 500 mil euros e nem os alarmes valeram de muito. Leia mais AQUI
terça-feira, março 09, 2010
sexta-feira, janeiro 29, 2010
O ATAQUE AOS SALÁRIOS
O congelamento dos salários da função pública, além de ser uma forma de combater o défice à custa dos salários dos funcionários, é a negação completa da negociação salarial, que será uma mera fantochada porque o governo já disse que não haverá qualquer aumento.
Enquanto se penaliza o trabalho, porque não tenham ilusões, os privados vão aproveitar com unhas e dentes o (mau) exemplo do Estado para também evitarem os aumentos salariais, temos sectores que apresentam aumentos de lucros na ordem dos dois dígitos, que aproveitaram os avales do Estado, emprestaram menos dinheiro à economia e aumentaram os spreads quanto puderam, tornando os lucros mais do que generosos.
José Sócrates e os partidos à direita do PS afirmam estar preocupados com as instituições bancárias, como se os lucros não fossem conhecidos, e ataca quem trabalha por conta de outrem, numa ocasião em que o desemprego condiciona fortemente os protestos.













