segunda-feira, novembro 05, 2018
sábado, agosto 08, 2015
AUMENTO FANTÁSTICO DAS RECEITAS
domingo, junho 10, 2012
A CLAREZA DOS IRLANDESES
segunda-feira, março 12, 2012
E NÃO APRENDE...
Passos Coelho visitou nos últimos dias dois países do norte da Europa, a Finlândia e a Suécia, que têm modelos completamente opostos ao que Passos Coelho defende para Portugal.
O Estado nestes dois países tem uma dimensão superior à que Portugal tem, e não me consta que tencionem diminuir a sua dimensão. Por coincidência, ou talvez não, o 1º ministro não procurou saber, nem levou uma comitiva para se inteirar, como é que se pode gerir empresas do Estado com sucesso, gerindo bem e proporcionando um verdadeiro Estado social que garante a protecção dos seus cidadãos em situações de necessidade, com dignidade.
Passos Coelho não quer aprender com os que têm um modelo que é exemplar, e que está implantado nestes dois países que têm das melhores qualidades de vida, e vai lá apenas para debitar uma ideia em que ninguém acredita, exceptuando talvez o próprio: “que Portugal regressará aos mercados em Setembro de 2013”.
Perder uma oportunidade de ouro para aprender como gerir a coisa pública de uma forma eficiente, foi lamentável porque as oportunidades são para se aproveitar e Passos Coelho é 1º ministro, e ir para lá dizer o que não se pode cumprir, pode vir a ser fatal em breve.
segunda-feira, outubro 10, 2011
A PERSPECTIVA DAS COISAS
Num país onde as boas exposições temporárias são cada vez mais escassas, é com muita expectativa que se aguarda a exposição que a Fundação Calouste Gulbenkian se prepara para oferecer proximamente, cujo tema é a natureza-morta na Europa.
Já tinha havido uma outra exposição sobre este mesmo tema mas agora, esta segunda parte, será dedicada à modernidade do século XIX e às alterações fundamentais ocorridas na primeira metade do século XX.
Poderão ser vista obras de grandes mestres como, Cézanne, Monet e Matisse, o que é um privilégio atendendo à oferta paupérrima que os museus nacionais têm tido nos últimos anos, o que nos coloca cada vez mais longe do circuito internacional das grandes exposições.
Outra agradável surpresa é que o preço das entradas é de apenas 5 euros, ou 6 euros com direito a audioguia, o que é também uma pechincha, tendo em conta os preços dos outros museus.
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