sexta-feira, julho 07, 2017

POR FAVOR, ENTENDAM-SE

Os horários dos serviços, sejam eles quais forem, devem ser adequados às exigências e devem também ser claros, pelo menos na comunicação das instituições.

O Palácio Nacional de Mafra é um exemplo elucidativo do que não deve acontecer, na matéria de comunicação e de horários.

Deixo-vos com as imagens de dois (?) sítios oficiais do palácio, o primeiro alojado na sítio da Direcção Geral do Património Cultural, que é a tutela do monumento, e o segundo que pelos vistos é o sítio do próprio palácio.

Como se pode ver na imagem acima (sítio da DGPC), o tempo médio da visita é de uma hora, e a última entrada é às 16h 30, o que dá aos visitantes só cerca de 45 minutos de tempo para a visita, pois ainda é necessário fazer todo o caminho de volta até à saída, para se cumprir o horário de fecho, às 17h30.
 
No sítio indicado na página da DGPC, penso que pertencente ao palácio, a indicação da última entrada atira para as 16.45h, mantendo-se o tempo médio de visita em 1 hora, o que significa que o visitante terá só 1/2 hora para realizar a sua visita, o que significa metade do tempo médio da mesma.

Como o texto referente ao horário do palácio está desformatado e pouco legível, penso que deve ser resultado de uma brincadeira do filho (criança) do administrador do sítio, ou então estamos perante um administrador muito incompetente, não só pelo resultado (risível) mas também pela confusão criada aos visitantes, e as dificuldades que os funcionários irão enfrentar por causa desta alteração incompreensível.

2 comentários:

Anónimo disse...

Se foi uma adulto só podia estar com os copos...
Joca

Elvira Carvalho disse...

Já por lá andei, uma vez em visita de estudo com a UTIB, outra com a família em visita normal.
Confesso que não me dei ao trabalho de ver o horário lá afixado. Quem sebe se também é diferente desses? Dizem que não há duas sem três, não é.
Um abraço e bom domingo