domingo, junho 10, 2018
segunda-feira, fevereiro 22, 2016
SACRIFICAR O TRABALHO
domingo, dezembro 27, 2015
A EMINÊNCIA PARDA
quinta-feira, novembro 10, 2011
A DEMOCRACIA DA SENHORA
A União Europeia é um espaço onde se encontram diversos países do nosso continente, unidos por políticas comuns e por uma moeda comum. Não se trata de nenhuma federação, ainda que haja quem nos queira forçar a tal, pela via económica.
Os países aderentes à UE continuam a ser soberanos, pelo menos teoricamente, sendo que os governos nacionais respondem perante os seus cidadãos. Neste momento já há algumas limitações de soberania, por exemplo monetária, por parte dos países que adoptaram o euro.
A senhora Merkel, a chanceler alemã, tem vindo a dar razões a muitos que afirmam que ela quer conseguir por via da economia, o que a Alemanha não conseguiu por via do poder militar, na década de 40 do século passado. A afirmação pode ser excessiva, mas não deixa de ter alguma razão, se considerarmos alguns factos recentes.
A crise do euro, da qual Merkel não deixa ser também responsável, tem sido o pretexto para imposições por parte do directório franco-alemão, que não são consentâneos sequer com as regras da própria organização.
O que faltava era ouvir da boca da própria chanceler alemã que “a Grécia já não pode decidir sozinha se quer ou não realizar um referendo”.
Sem pretender discutir a oportunidade do falhado referendo grego, era só o que faltava não se reconhecer ao povo grego o direito de proceder a um referendo. Os traumas da Alemanha quanto a referendos são um problema alemão, senhora Merkel.

quinta-feira, junho 25, 2009
O 4º PODER...
Muitas vezes quando falamos dos poderes existente tendemos a situar a comunicação social (ou pelo menos parte dela) numa margem, e o poder político do outro lado. Nós tendemos a imaginar que os poderes se equilibram, como acontece com a natureza, mas infelizmente a realidade é diversa.
Quando começamos a constatar que a comunicação social deixa de confrontar o poder político e se limita a dar eco de comunicados dos gabinetes ministeriais, deixando de fazer jornalismo de investigação, então algo começa a estar profundamente errado.
Em Portugal a comunicação social já atravessou diversas fases, mais e menos intervenientes ou críticas, mas foi existindo sempre quem fizesse soar a sua voz quando o poder político ía longe demais, ou quando não assumia as suas responsabilidades e compromissos tomados perante os cidadãos. Como estamos hoje?
A minha interrogação pode parecer estranha, mas tenho-me debruçado várias vezes sobre isto, e o caso da TVI, que é bastante actual, não me deixou mais sossegado, pelo contrário.






