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domingo, novembro 26, 2017

PERGUNTAS AO MINISTRO DA CULTURA



Não fui um dos 50 cidadãos escolhidos para fazer perguntas aos membros do executivo na Universidade de Aveiro, mas como todos os portugueses tenho questões a colocar, e no meu caso ao senhor ministro da Cultura, e faço-as sem custar nada ao Estado, que parece ter gasto 36.750 euros no recrutamento do painel selecionado.

1ª Pergunta – Quando foi a última vez que os funcionários dos museus foram às consultas de Medicina no Trabalho?

2ª Pergunta – Qual foi a última vez que teve lugar uma acção de formação (obrigatória) dirigida aos assistentes técnicos em trabalho nos museus, palácios e monumentos dependentes do Ministério da Cultura.

3ª Pergunta – Quantos assistentes técnicos e assistentes operacionais a desempenhar funções de vigilância estão em condições para serem beneficiados com o descongelamento de escalões previsto para 2018.

4ª Pergunta – Acha o senhor ministro que a imposição de um horário excepcionado, que inclui sábados, domingos e feriados, é compatível com uma categoria comum da função pública, mas que só se aplica aos funcionários que prestam funções de vigilância, é justa, ou deveria no mínimo ser considerada uma categoria excepcionada em que as exigências fossem compensadas com os direitos correspondentes?

Se calhar não terei resposta nenhuma, mas isso são ossos do ofício…



terça-feira, julho 17, 2012

CURTINHAS

Impostos – Fala-se pouco na arrecadação de impostos, exceptuando-se o facto de a receita ter ficado abaixo do esperado. Na realidade há um imposto que aumentou verdadeiramente, que é o IRS, e diversos outros que baixaram significativamente. Um dos impostos que baixou bastante foi precisamente o IRC, e ficou-se agora a saber que apenas 29% das empresas pagaram IRC em 2010, contra 34% em 2008 e 31% em 2009. Talvez seja irrelevante para muitos, mas que é elucidativo, isso é! 

Combustíveis – Portugal vota a estar no pódio dos países em que os combustíveis mais aumentaram desde finais de 2008 até ao fim de Junho deste ano. O aumento de 87% neste espaço de tempo compara muito mal com os 57% da média da zona euro. Há duas coisas difíceis de explicar neste país no que respeita a este tema, com seja, como é que a autoridade para a concorrência explica o facto, e como é que o patronato e o governo não atacam estes aumentos injustificados, e se viram apenas para os salários como maneira de reduzir custos de produção. Quem tiver explicações, por favor aproveite para esclarecer… 
                                                         
                                                             Humor e Austeridade