terça-feira, janeiro 16, 2018

CULTURA - VOLTAR A FALAR DE SEGURANÇA



Os acontecimentos recentes, começando pelo sismo de média intensidade, o incêndio numa associação no centro do país, e a ameaça de derrocada de uma bancada dum campo de futebol, vieram trazer para a actualidade o problema da segurança dos cidadãos em instalações que acolhem público, sejam elas de que tipos forem.


A situação que tenho vindo a denunciar, aqui, prende-se com os museus, palácios, e monumentos, onde a segurança não tem merecido a devida atenção por parte das autoridades.


Existem instalações que não reúnem as condições de segurança previstas na lei, e não falo de todas as exigidas, mas as mais básicas como a sinalização das saídas de emergência, as luzes de emergência e os planos de evacuação, que são um mínimo exigível.


Ainda existem outros aspectos igualmente preocupantes como sejam a formação dos funcionários, a ausência de exercícios ou simulações em conjunto com as autoridades de segurança (Bombeiros, Protecção Civil e outras), e meios de comunicação (rádios ou semelhantes) que permitam uma articulação de esforços em caso de emergência.


Eu sei que falar do assunto incomoda as autoridades da Cultura e os dirigentes dos museus, palácios e monumentos, mas a segurança do público e dos funcionários tem de ser acautelada, e a negligência deve ser denunciada.



Sem comentários: