quarta-feira, agosto 15, 2007

ECOS DA HISTÓRIA

Passou ontem mais um ano sobre a data dum dos acontecimentos mais marcantes da História de Portugal, e certamente uma das maiores vitórias militares de todos os tempos.
A data passou quase despercebida em todo o país e a comunicação social também não lhe deu particular relevo, mas eu não podia deixar de colocar neste blogue um pequeno apontamento relativo a este marco histórico de identidade nacional.

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A Batalha de Aljubarrota decorreu no final da tarde de 14 de Agosto de 1385, entre tropas portuguesas comandadas por D. João I de Portugal e o seu condestável D. Nuno Álvares Pereira, e o exército castelhano de D. Juan I de Castela. A batalha deu-se no campo de S. Jorge, nas imediações da vila de Aljubarrota, entre as localidades de Leiria e Alcobaça no centro de Portugal. O resultado foi uma derrota definitiva dos castelhanos e o fim da crise de 1383-1385, e a consolidação de D. João I como rei de Portugal, o primeiro da dinastia de Avis.
Origem: Wikipédia
Outros links de interesse: AQUI e AQUI

Mosteiro da Batalha - Claustro Real

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Humor Nacional

6 comentários:

Tiago R Cardoso disse...

Então se o governo de um país esquece-se de um poeta tão recente, ia lá se lembrar de uma batalha tão antiga.
Boa lembrança.

ANTONIO DELGADO disse...

Amigo Guardião, de facto esta é uma data muito especial na memória história portuguesa. Recordei-a porque tive de escrever um discurso para um amigo apresentar num evento. Esta data também é responsavel por incutir no espirito do nosso povo uma aversão muito grande ao país vizinho, do qual considero ser-mos irmãos.

Venho aqui também para desejar-lhe um excelente feriado e deixo-lhe també a musica do Joaquim Sabina que "ilustrava" a anterior postagem no meu blog. Um abraço
Antonio


http://www.hddweb.com/85287/12_Y_nos_dieron_las_diez.wma

Savonarola disse...

Caro Guardião,
Aplaudo este teu post. O sistema está empenhado em fazer tábua rasa da História, para que se percam os pontos de referência da identidade dos povos. Há que combater esta atitude perversa, que visa impor telenovelas e consumismo, alienação, para que as pessoas aceitem o que eles pretendem que seja óbvio: a realidade do mercado e do capitalismo.
Um abraço anarquista

MARIA disse...

Olá Guardião,
Já tinha passado e espreitado muitas vezes. É muito agradável este espaço : " batendo, mesmo, às portas do céu..."
De facto, relembrar a nossa história, é sempre acordar para o que de verdade somos e lembrar de que matéria somos feitos!...
Continuo a ter esperança em novos caminhos.
Obrigada pela sua simpática visita ao Maria.
Considerá-lo-ei amigo.
Um bj
Maria

Sílvia disse...

Não me admiro nada com o tema de hoje, e sei que sobre o D. João I e sobre a Batalha podias dizer muito mais, por ser um tema que dominas bastante bem. Espero ainda vir a ler algo sobre esses assuntos aqui.
Bjos

Maria Faia disse...

Amigo Guardião,

Como poderia eu esquecer a data histórica da batalha de Aljubarrota? É que eu sou de Aljubarrota.
Esse marco representa a nossa independência enquanto país mas, muito há a fazer por ele porque, nem só de independência vivem as nações. O progresso social é essencial.
Nos dias de hoje já não combatemos os espanhóis. Ao invés, devíamos olhar para o seu espírito empreendedor e seguir alguns exemplos..
Não nos faria mal algum.

Beijo