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quarta-feira, dezembro 17, 2014

A TAP E A PRIVATIZAÇÃO



Os nossos governantes não conseguem perceber o que é a liberdade de pensamento, nem tão pouco respeitam os direitos constitucionais, nomeadamente o direito à greve.

As reacções por parte dos partidos da coligação têm sido caricatas, desde logo por parte do CDS que afirma que a greve da TAP é política, como se a decisão contra a qual lutam os trabalhadores, não fosse ela mesma uma decisão política.

O 1º ministro já não foi pelo mesmo caminho, mas veio a público dizer que “não é nenhuma greve na TAP que irá colocar em causa” a privatização. Curioso que venha agora com este argumento e não com o da impossibilidade, devido às normas comunitárias, de injectar capital na empresa.

Já agora convém recordar que a requisição civil para o pessoal da TAP é de natureza duvidosa se baseada no direito à livre circulação das pessoas, porque existem muitas companhias concorrentes no mercado dos transportes aéreos, mas já começamos a ficar habituados ao argumento do “interesse público”, que o governo se dispensa de explicar.

No caso extremo da requisição civil, o Passos privatizador invoca o direito de colocar os trabalhadores da TAP sob a tutela disciplinar do Estado, o que não deixa de ser uma idiossincrasia.


quinta-feira, fevereiro 21, 2013

O GÉNIO NÃO ERRA



Os portugueses são, no seu conjunto, testemunhas de que Vítor Gaspar se fartou de encher a boca com a afirmação de que não iria pedir nem mais tempo nem mais dinheiro à troika, até o meio desta semana.

Todos sabiam que tal objectivo era impossível, e não foram poucos os que sempre o disseram, e que foram alvo de grandes críticas por parte do executivo e da maioria que o suporta. Como acontece sempre, a verdade acaba sempre por vir à tona e até governantes que estavam escudados na sua soberba, acabam por ter que dar o braço a torcer.

Não é uma vitória de ninguém, mas não deixa de ser uma derrota do sábio Vítor Gaspar e do seu seguidor Passos Coelho, que não conseguiram antecipar que era necessário mais tempo, e que o ritmo frenético das medidas de austeridade iriam ter como resultado um enorme desemprego, um aumento da dívida pública e uma recessão tão grande que demorará anos a ser revertida.


domingo, novembro 04, 2012

ERRO DA RECEITA




É público e notório que o aumento generalizado dos impostos em 2011 e 2012 conduziu a uma diminuição clara da sua colecta, que nenhum modelo utilizado pelo governo e pela troika conseguiu prever.

Não sendo novidade para quem conhece bem a nossa sociedade, parece que quem rege os destinos da nação a nível político e económico foi surpreendido pelos resultados. O razoável seria que a lição tivesse sido apreendida pelos responsáveis mas não é isso que está à vista, porque teimosamente insistem no erro na elaboração do Orçamento de Estado para 2013.

Vendo que o único imposto que realmente subiu foi o IRS, a receita apenas foi alterada com o aumento ainda maior deste imposto, desprezando o facto de haver cada vez mais desemprego e de também no IRS poder vir a aumentar uma fuga aos impostos, como aliás aconteceu com os restantes.

Governo e troika estão empenhados em sufocar ainda mais a economia cortando não só nos rendimentos do trabalho, mas também nas funções sociais do Estado, o que torna o que já era muito difícil numa tarefa impossível. A partir de um certo ponto de sacrifícios perdem-se duma assentada a esperança e a vontade de contribuir dum modo construtivo para o bem comum.

Independentemente das considerações já feitas e repetidas, o que ainda está sem resposta é a razão porque esta gente continua com a sua (má) estratégia, contra a vontade e contra os interesses dos cidadãos, que obviamente já deixaram de acreditar nesta infeliz receita.



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Humor e Economia
Crise na Europa 

Espremer

quinta-feira, setembro 06, 2012

O SENHOR NIM

Há pessoas que nem perante as evidências são capazes de admitir que cometeram erros, e um dos exemplos mais presentes é o do 1º ministro Passos Coelho.
Costuma dizer-se que quem nega a evidência vive em estado de negação, e a frase de Passos Coelho ao dizer que nenhum de nós (PSD e CDS) está em condições de dizer “se vai ou não aumentar impostos”, é paradigmática.
Quando o aumento exagerado da carga fiscal, aliada à redução dos salários, já demonstrou que resulta numa diminuição das receitas arrecadadas pelo Estado, há que arrepiar caminho e encontrar outras soluções, mas há quem não queira admitir que esteve errado desde o princípio.
O país não ganha nada com esta austeridade estúpida, e com este governo e com este 1º ministro não podem aspirar a mais nada do que empobrecer ainda mais. Quanto tempo mais iremos nós suportar esta canga? 
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Humor da Caserna
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Fotografia de Férias
By Palaciano

quarta-feira, novembro 12, 2008

UMA MULHER DE AFECTOS

Hoje não estou particularmente inspirado e como o assunto que mais vi comentado e ilustrado pela blogosfera foi o grande afecto que professores e alunos nutrem pela Dona Lurdes, aqui vos deixo algumas imagens alusivas ao tema.


In Anterozóide