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quarta-feira, janeiro 29, 2014

A MÚSICA E O IDEALISMO

Depois da morte recente de Pete Seeger, voltou a falar-se da validade de ser usada a música como arma política, ou da sua simples inutilidade. Para mim discutia-se se valia a pena ser idealista, ou se quiserem, se as utopias estão sempre condenadas ao fracasso.

Num país onde o fado é considerado a canção nacional, muitos gostariam que os idealismos e as utopias se vergassem ao destino, e que não houvesse resistência ao que os mais fortes pretendem impor, mas nem todos aceitam isso.

A música tem marcado as diversas épocas, as tendências do pensamento e até as mudanças políticas, e podia falar do Léo Ferré, do Zeca Afonso, do Live Aid, do Woostock e de muitos outros eventos e cantores que a História registará para sempre.

Pela música e pela mensagem nela contida consegue-se mobilizar, alertar e passa-se a mensagem e isso é algo que não se pode tentar menorizar.

Pete Seeger ficará para sempre na memória de quem seguiu a sua obra, bem ao contrário de muitos que desvalorizam o poder da música como arma política.    

terça-feira, setembro 18, 2012

DEMOCRACIA



“Quando alguém compreende que é contrário à sua dignidade de homem obedecer a leis injustas, nenhuma tirania pode escravizá-lo”

Mahatma Gandhi


A União Europeia e o governo devem meditar nestas palavras dum símbolo da resistência à tirania. Os tempos são outros, as tiranias tomaram outras formas, mas sem a garantia da dignidade humana não está garantida a Democracia.

Os governos e as instituições devem ter sempre em atenção que existem em função dos povos e do bem comum.
 
FOTOGRAFIA

By Palaciano

domingo, julho 31, 2011

O POVO CULTO

Os povos serão cultos na medida em que entre eles crescer o número dos que se negam a aceitar qualquer benefício dos que podem; dos que se mantêm sempre vigilantes em defesa dos oprimidos não porque tenham este ou aquele credo político, mas por isso mesmo, porque são oprimidos e neles se quebram as leis da Humanidade e da razão; dos que se levantam, sinceros e corajosos, ante as ordens injustas, não também porque saem de um dos campos em luta, mas por serem injustas; dos que acima de tudo defendem o direito de pensar e de ser digno.

Agostinho da Silva, in 'Diário de Alcestes'

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Foto - Girassol

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Humor e Copos