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terça-feira, maio 14, 2019
BEATAS DE CIGARRO E EXCREMENTOS
quinta-feira, maio 08, 2014
PASSOS E PORTAS MONÁRQUICOS?
segunda-feira, abril 06, 2009
O PAPEL HIGIÉNICO
Não vos vou maçar com a teoria do papel higiénico, segundo a qual nunca rompe pelo picotado, mas trago aqui a preocupação legítima da Greenpeace quanto ao gasto de papel higiénico.
Ao final do dia de domingo pousei os olhos nesta notícia, em que o autor pergunta abertamente “alguma vez pensou que de cada vez que vai à casa de banho pode estar a contribuir para o corte de árvores…”. Depois atira-nos para a necessidade de usarmos o papel reciclado, apesar de não ser tão suave.
Fico muito sensibilizado com o senhor Bruno Abreu, é o nome que acompanha a notícia, e posso garantir que leio frequentemente jornais e revistas na privada, separo convenientemente o lixo e deito-o nos contentores recomendados, mas não abdico do papel higiénico cá em casa e escolho sempre embalagens grandes e em conta, esperando que os fabricantes saibam incentivar os consumidores a usar papel reciclado atraindo-os pelo preço.
Vejam bem se isto são modos de começar uma semana!...
sexta-feira, agosto 31, 2007
RESPOSTA A UMA PERGUNTA
Penso que está assim explicada a razão de não existir este tipo de facilidades, razão pela qual não as viu. Contudo, e porque tive o cuidado de inquirir entretanto o Palaciano, existiu um espaço que é descrito pelo Conde de Sabugosa como “as casinhas de mijar”, assim mesmo, que naturalmente já não têm essa função nem o aspecto que teriam à época da sua existência. Também convém acrescentar, que as tinas ou banheiras, então instrumentos portáteis, eram colocadas nos aposentos com a água necessária aos banhos, e logo depois eram retiradas pela criadagem. Para outras necessidades usava-se naturalmente os vasos de noite, vulgo penicos, que foram largamente utilizados até ao século XX, chegando a coexistir com as casas de banho.Espero ter respondido cabalmente à pergunta do meu caro leitor.










