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domingo, dezembro 22, 2019
quarta-feira, setembro 07, 2016
CONDECORAÇÕES
As condecorações atribuídas pelos nossos presidentes são sempre discutíveis, e as opiniões dividem-se consoante as ligações que cada um tem, aos poderes económicos e aos partidos políticos, mas o tempo acaba por ser um bom árbitro nestas coisas.
Depois das condecorações de Cavaco Silva, onde constavam uns quantos figurões que eram os expoentes máximos do sucesso na gestão, de grandes empresas e de bancos, que mais tarde deram o berro e se revelaram uns manipuladores de números, temos agora Marcelo que também gosta de ser pródigo nas condecorações.
O cidadão normal continuará a pagar as condecorações e a reverência que os políticos têm pelo poder económico, mesmo que pouco beneficiem com a acção deles...
segunda-feira, novembro 03, 2014
AS CONDECORAÇÕES DA PRAXE
A afirmação de Durão Barroso de que a atribuição duma condecoração por Cavaco Silva era o reconhecimento de Portugal pelos seus "serviços" na Comissão Europeia, o que significaria que foi uma decisão correcta a que tomou em 2004, é no mínimo uma presunção errada.
Durão Barroso em nada beneficiou Portugal nas suas funções europeias, basta constatar a sua subserviência perante os interesses da chanceler Merkel, e nem sequer menciono o facto de nem ter dado a devida importância à sua língua, expressando-se preferencialmente em francês ou inglês, em detrimento do português.
Quanto ao facto de ter deixado o governo em 2004, para ir a correr para a Comissão Europeia, que lhe valeu o nome de Fujão Barroso, não o fez para o bem de Portugal (ainda que não tenha deixado saudades), mas sim por ambição e interesse pessoal.
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