SÓCRATES E A ASAE – José Sócrates saiu em defesa da ASAE, perante o coro de críticas de toda a oposição. Estranha atitude do chefe de um executivo que sistematicamente tem vindo a atacar os funcionários públicos, não só com comentários pouco abonatórios quanto à sua competência e produtividade, como também nos salários e direitos sociais. As palavras do senhor 1º ministro "É absolutamente lamentável os outros partidos enganarem-se no alvo e desatarem a atacar tudo o que mexe, atacarem de forma radical uma instituição do Estado como a ASAE, que está a ser atacada como um partido político", nunca antes foram ouvidas, quando o alvo eram os professores, os profissionais da saúde, os funcionários judiciais, ou outros com outra qualquer função nos diversos serviços da área de intervenção do Estado. Ao lembrar os portugueses que o organismo foi criado para “fazer cumprir a lei”, Sócrates deu um monumental tiro no pé, pois era exactamente esta a defesa e a razão invocada para a acção da PIDE/DGS durante o Estado Novo, e foi precisamente essa a analogia invocada por Mendes Bota, à qual o 1º ministro reagiu.
POLÍTICAS DE ESQUERDA – Sócrates rejeita “lições de esquerda” que alguns tentam dar ao governo, mas faz muito mal, porque de esquerda este executivo não tem absolutamente nada. Também se deve dizer em abono da verdade, que não fez um grande esforço para rebater as acusações que lhe são feitas, e que são justas e evidentes, pois invocou o equilíbrio das contas públicas (?), não mencionando que o fez à custa dos impostos, dos cortes nos direitos sociais e à custa dos salários. De políticas sociais, que segundo ele próprio, seriam um dever de um governo socialista, apenas falou do abono pré-natal, na paridade e no complemento solidário, que apenas são o reconhecimento da má distribuição da riqueza, essa sim um flagelo que aumentou durante o seu consulado. José Sócrates nunca conseguirá compatibilizar o liberalismo económico e a demissão do Estado em largos sectores e funções que obviamente lhe cabem, com políticas de esquerda e consciência social, porque tal é impossível. Talvez ele ainda o não tenha compreendido, mas a realidade está bem à vista, os pobres estão mais pobres e os ricos ainda mais ricos.
POLÍTICAS DE ESQUERDA – Sócrates rejeita “lições de esquerda” que alguns tentam dar ao governo, mas faz muito mal, porque de esquerda este executivo não tem absolutamente nada. Também se deve dizer em abono da verdade, que não fez um grande esforço para rebater as acusações que lhe são feitas, e que são justas e evidentes, pois invocou o equilíbrio das contas públicas (?), não mencionando que o fez à custa dos impostos, dos cortes nos direitos sociais e à custa dos salários. De políticas sociais, que segundo ele próprio, seriam um dever de um governo socialista, apenas falou do abono pré-natal, na paridade e no complemento solidário, que apenas são o reconhecimento da má distribuição da riqueza, essa sim um flagelo que aumentou durante o seu consulado. José Sócrates nunca conseguirá compatibilizar o liberalismo económico e a demissão do Estado em largos sectores e funções que obviamente lhe cabem, com políticas de esquerda e consciência social, porque tal é impossível. Talvez ele ainda o não tenha compreendido, mas a realidade está bem à vista, os pobres estão mais pobres e os ricos ainda mais ricos.


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Fotos Floridas












