sexta-feira, abril 26, 2013

O ÁRBITRO INÚTIL



O discurso de Cavaco Silva neste 25 de Abril veio confirmar tudo o que eu pensava de semelhante criatura.

De qualquer árbitro espera-se imparcialidade e bom senso, e se tais atributos não existirem, então é inútil a presença do árbitro. Cavaco Silva mostrou claramente a sua inutilidade enquanto árbitro, ao tomar partido por uma das partes, ignorando o sentir e a vontade do povo.

As palavras ocas quanto ao desemprego e quanto ao excesso de austeridade, só têm paralelo com o pedido de fiscalização da constitucionalidade do Orçamento de Estado sem disso tirar as consequências necessárias. O cúmulo foi ver o chefe de Estado afirmar o seu medo em dar a voz ao povo, dizendo ser insensato pedir-se eleições antecipadas.

O governo perdeu a sua legitimidade por não cumprir as promessas eleitorais, e Cavaco Silva escolheu o seu lado da barricada, que não é o meu nem o dos portugueses que querem ser donos do seu destino.



2 comentários:

São disse...

Cavaco não é um árbitro, é um patife sem decoro - mas que os portugueses t~em eleito para todos os cargos!!

Tudo de bom

MARIA disse...



O dos EUA levou com um sapato, e este está a pedir o mesmo!!