Histórias SimplesAquele velho prédio, decadente,
A desabar, de tosca frontaria.
Que deitaram a terra, certo dia.
Foi o enlevo desse pobre crente!
Relíquias dum amor omnipresente
Todo feito de sonho e fantasia:
A varanda d’onde ela lhe sorria.
E d’onde lhe falava, antigamente…
Caso de amor, bem simples, na verdade!
Ela morrera! Não tem novidade…
Há tanta história, assim na vida inteira…
Quando ele soluçava esta amargura.
Descobri-lhe nos bolsos – que loucura!
Pedras, vidros, pedaços de madeira!
De Júlio Baptista Ripado««« - »»»
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