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quarta-feira, outubro 21, 2015

COM AMIGOS ASSIM…

Já todos suspeitavam, e agora foi confirmado, que os governantes portugueses apoiavam a saída da Grécia do euro, o muito falado Grexit, apesar dos desmentidos que fizeram na altura os nossos políticos.

Schäuble revelou agora que apenas a França e a Itália se opuseram a tal solução, e depois lá foi conseguido um acordo com a Grécia, acordo que todos sabem ser impossível de cumprir integralmente.

Vários dirigentes gregos afirmaram que o governo português era um dos mais “ferozes” no intuito de obrigar a Grécia a submeter-se às exigências europeias, não mostrando qualquer flexibilidade, como seria de esperar dum país que passara por um processo tão doloroso para os seus cidadãos.


A figura do ministro das Finanças alemão, que é simplesmente detestável, mostrou agora que a cumplicidade portuguesa, necessária na altura, pode ser descartada quando deixa de ter qualquer utilidade.

Fotografia

quinta-feira, janeiro 15, 2015

HIPOCRISIA INTERNACIONAL



Depois das mortes em França, feitas por extremistas islâmicos, surgiu a reacção dum país e dos cidadãos, contra o acto bárbaro, que muitos políticos de todo mundo quiseram aproveitar, não sei quantos com sinceridade, mas muitos com evidente oportunismo e muita hipocrisia.

Alguns que estavam até na 1ª fila, e não só, chefiam regimes totalitários, intolerantes e até envolvidos em repressão. A vergonha não os assaltou na farsa que protagonizaram.

Na realidade estão a acontecer coisas tão condenáveis como as mortes em França, em países como a Nigéria, Turquia ou Arábia Saudita, para mencionar apenas alguns dos casos mais badalados.

Na Turquia cartoons sobre Erdogan são proibidos, na Nigéria um grupo terrorista mata centenas de pessoas, e na Arábia Saudita chicoteia-se e condena-se um homem porque expressou as suas convicções.

Onde está a condenação internacional destes actos de intolerância e de liberdade de pensamento e expressão? Tão empenhados que eles estavam para desfilar uns metros em Paris, mas agora ignoram a realidade noutros, e porventura nos seus próprios países…



domingo, março 23, 2014

NÃO ME COMPROMETAM

Apesar de ter uma opinião feita sobre Passos Coelho e companhia sigo com atenção, ainda que algum enjoo, os seus discursos e outras intervenções políticas, tudo porque não gosto de criticar sem conhecimento de causa.

Nos últimos dias o 1º ministro teve pelo menos duas intervenções que dizem muito sobre a hipocrisia do seu discurso mesmo quando fala de assuntos que afectam a grande maioria dos cidadãos.

Primeiro falou da comissão para a reforma do IRS e ficou-se a saber que a dita comissão não se compromete com a baixa desse imposto que afecta especialmente os rendimentos do trabalho e/ou das pessoas singulares.

Poucos dias depois, o mesmo Passos Coelho veio lembrar que a discussão sobre o salário mínimo está prevista mas que não se compromete com o seu aumento.

É difícil entender que se criem comissões para reformar um imposto e esse não se torne mais justo, e é impensável suscitar-se a discussão pública sobre o salário mínimo e não se estar disposto a aumentá-lo.


Um político que ocupa a chefia do governo não pode estar a criar falsas esperanças abrindo discussões sobre assuntos desta natureza e depois vir dizer que não se compromete com nada. A verdadeira política é um comprometimento com o interesse público e um político que o ignora não merece o lugar que ocupa. 

terça-feira, novembro 18, 2008

MALANDROS

Andou o nosso 1º a cumprir a sua missão de caixeiro-viajante lá para as bandas de Ponte de Lima, distribuindo o brinquedo da moda, de seu nome Magalhães, e logo apareceram uns malvados jornalistas a estragar-lhe a festa.

Eu não estava lá, na passada quarta-feira, mas parece que na sua acção de promoção do famigerado computador (pouco) luso, o dito 1º distribuiu os brinquedos numa cerimónia a que assistiram alguns jornalistas devidamente avisados, e depois foi à sua outra actividade, a política.

Pelos vistos, e segundo o semanário Sol, os computadores tiveram de ser devolvidos pelos petizes, porque segundo o conselho executivo das Escola do Freixo, havia questões administrativas a tratar.

Bolas! Mais uma vez uns ficam com a impressão de que a cerimónia era apenas para a fotografia, outros ficam confusos com tanta burocracia existente numa escola, que até depois duma entrega oficial feita pelo nosso 1º, insistem nas aberrantes formalidades administrativas, que fazem corar de vergonha quem acreditou no SIMPLEX.

Sinceramente, eu acho que a MFL tinha razão quando disse que não podiam ser os jornais e os jornalistas a escolherem as notícias. Então não é que agora todos fazem piadas sobre este “simulacro” de entrega de computadores? Não se faz uma maldade destas, caramba…





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