Os Estados Unidos da América sempre se consideraram e foram considerados como o exemplo maior do liberalismo deste planeta. Durante muitos anos isso foi considerado como uma garantia de riqueza, poder e algum bem-estar.
Os tempos mudam e a relação de forças no xadrez mundial altera-se, e a verdade é que o país mais poderosos vai mostrando as suas fraquezas a nível económico, e a sua solidez está comprometida, a nível de exportações vai sendo ultrapassado e as novas estrelas são os países emergente, como a China, o Brasil e a Índia.
O tal modelo social que até alguns políticos europeus vêm tentando implementar, falhou e é o responsável directo pela situação grave da economia dita ocidental.
Nos EUA vai aumentando a contestação e muitos americanos contestam um dos maiores símbolos do capitalismo liberal, que é Wall Street. As centenas de jovens que se manifestam e muitos mais americanos que os apoiam, fizeram ressuscitar um slogan com alguns anos: “Greed Kills”, e agora já não é Bush que está no poder.
O poder do dinheiro começa a ser contestado, e cada vez mais se ouve dizer que as pessoas estão primeiro. O desemprego e a miséria vão acabar por fazer implodir este liberalismo desenfreado, a menos que a economia cresça rapidamente e em força.
