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quarta-feira, dezembro 11, 2019

GOVERNO SEM VERGONHA

Os aumento salariais anunciados para a Função Pública de 0,3%, são no mínimo um insulto para quem trabalha.

Todo e qualquer aumento depois de 10 anos de congelamento, só devia ser num montante igual para todos e nunca numa base percentual, pois o custo de vida aumentou igualmente para todos e não mais para uns do que para outros, e ainda por cima quem menos ganha menos margem tem para diminuir consumos sem entrar em carência.

A proposta apresentada agora pelo Governo resume-se em 1,905€, mensalmente e em termos brutos, para quem aufere 635€ que é o salário mínimo actualmente na Função Pública.

O ridículo não mata, pois em caso contrário haveria uma grande razia no executivo de António Costa e Mário Centeno...


segunda-feira, maio 14, 2018

COSTA E A SUA OPÇÃO POLÍTICA

A afirmação de António Costa, "é mais importante contratar mais funcionários públicos do que aumentar salários" só merece um comentário, que por acaso é um popular ditado inglês, e fica representado abaixo com uma imagem bem conhecida.

O doutor Costa parece desconhecer os hábitos alimentares dos macacos, e só isso explica que mesmo estes primatas têm uma dieta variada...


sábado, outubro 18, 2014

INSULTAR QUEM TRABALHA É CRIME



O governo veio agora anunciar que insultar, agredir ou desobedecer a funcionários do fisco vai dar multa ou prisão até cinco anos.

Em geral tenho tendência a discordar com a maioria das decisões deste governo, mas neste caso em particular devo dizer que concordo.

A minha concordância é quase total, porque eu sou a favor da criminalização do insulto e da agressão de qualquer pessoa que esteja no cumprimento das suas actividades profissionais, sejam funcionários do fisco ou sejam profissionais de qualquer outra empresa ou sector de actividade.

A coberto da máxima de que “o cliente tem sempre razão”, muitas pessoas acham-se no direito de importunar e por vezes agredir verbal ou fisicamente quem os atende ou lhes presta algum serviço, apenas porque a vida não lhes corre bem ou porque os seu desejos não são atendidos.

Infelizmente conheço muitos profissionais da reclamação e uns quantos indivíduos mal formados, para quem só a sua vontade e a sua razão contam, e que não respeitam o trabalho de outrem.

A lei não deve criar discriminação de qualquer espécie, e esta devia defender todos os que são alvo de insultos ou agressão no desempenho das suas funções laborais.



quinta-feira, agosto 30, 2012

INSULTOS


Já vem sendo hábito ouvir da boca de Passos Coelho uns quantos adjectivos menos próprios, dirigidos ao colectivo dos portugueses, sempre que eles se insurgem contra as intenções do governo.

Já fomos todos chamados “piegas” e agora “histéricos” apenas porque foram manifestadas sérias divergências relativamente às intenções do 1º ministro.

O caso mais recente prende-se com a tão falada privatização da RTP, que afinal se apresentou como uma concessão a privados do serviço público prestado pela RTP.  Não foi a imprensa que inventou esta fórmula, nem foram boatos que criaram tamanha resistência, foi o consultor do governo, António Borges que veio anunciar esta solução.

Segundo o próprio António Borges e também segundo o insuspeito Marcelo Rebelo de Sousa, este anúncio detalhado foi feito com o conhecimento do governo, e o próprio gabinete do ministro que lidera este processo confirmou o seu conhecimento.

Os portugueses têm sido até demasiadamente pacientes, e não piegas, e se há histerismo é da parte de quem usa estratagemas desta natureza, com declarações de terceiros, para apalpar o terreno, mostrando não ter coragem para assumir as suas responsabilidades.

Aos poucos vão-se revelando os reais intentos de quem alcançou o poder nunca revelando as suas reais intenções, antes dizendo contrário do que depois vieram a fazer. Um dia o povo virá cobrar as promessas não cumpridas e o mau resultado das políticas seguidas desde que chegou ao poder.

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Humor - Similares

quinta-feira, março 15, 2012

A “AFIRMAÇÃO INSULTUOSA”

O ministro das Finanças, Vítor Gaspar, mostrou-se ofendido por uma “afirmação insultuosa” de um deputado do PCP, que sugeriu que o zelo do governo no cumprimento do programa com a ‘troika’ é antipatriótico.

O senhor ministro sentiu-se ofendido com pouco, para não dizer por nada, porque de facto os interesses dos cidadãos e as promessas de Passos Coelho quando se apresentou a votos, não foram tidos em conta nem estão a ser cumpridas, ao contrário do programa imposto pela ‘troika’.

A falta de respeito para com os cidadãos, por parte deste governo, é pública e notória. A esta constatação dos factos deve juntar-se um outro facto que se prende com a ‘ajuda’ prestada a Portugal pela ‘troika’ que é na verdade um empréstimo a juros elevados, superiores em mais de 4 vezes ao juro exigido pelo BCE à banca europeia.

A atitude de Vítor Gaspar contrasta com a dos seus homólogos, tanto da Irlanda como da Espanha, que tendo em conta os interesses dos seus cidadãos, não hesitam em renegociar certas condições impostas pela União Europeia e mesmo pela ‘troika’.

Será que o senhor ministro das Finanças tem colocado os interesses de Portugal e dos portugueses à frente dos interesses daqueles que nos emprestaram dinheiro? Será que a sua estratégia de submissão a um programa que deu maus resultados na Grécia é o melhor caminho?

O tempo se encarregará de julgar Vítor Gaspar, e 2013 está ao virar da esquina, se é que os portugueses e a nossa economia resistem até lá.


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Humor - Vergonha

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Fotografia - Sintra
Telhados by Palaciano