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terça-feira, novembro 02, 2021
OS CANDIDATOS VINDOS DE BRUXELAS
quinta-feira, janeiro 20, 2011
ELEIÇÕES
A campanha decorreu como é habitual, com as picardias do costume, e com as revelações dos casos mais cabeludos em que os candidatos mais conhecidos estariam envolvidos. A disputa foi essencialmente baseada em aspectos de carácter e muito pouco virada para o campo das ideias e dos princípios, onde apenas os menos bem colocados nas sondagens pontuaram.
Por falar em sondagens, que valem o que valem, pelo menos até ao fecho das urnas, o que tem vindo a público com as mais variadas disparidades, apenas as desacredita.
O putativo vencedor, logo à primeira volta, é talvez o candidato que mais tiros tem dado nos pés, sendo que umas vezes diz ser ainda presidente e outras apenas mais um candidato, consoante se exima a responder a questões ou quando lhe apetece dizer umas coisas. Cavaco Silva, o mesmo que assina o que lhe é proposto pelo governo, como os cortes salariais, é também o candidato que os considera injustos.
sábado, novembro 27, 2010
O CANDIDATO E OS SEUS APOIANTES
sábado, fevereiro 27, 2010
OS CANDIDATOS
Neste momento temos pelo menos três candidatos mais que prováveis à próxima eleição para a Presidência da República. Há duas candidaturas assumidas e uma que é anunciada por gente próxima mas ainda não assumida por razões óbvias que se prendem com a função que ocupa presentemente.
Penso que ainda é possível que surja mais alguma candidatura, que pode baralhar ainda mais os eleitores, que mesmo só com estes três já têm muito em que pensar.
Cavaco tem a vantagem da tradição, que nos diz que um presidente que se recandidata tem quase garantida a reeleição, mas no seu caso tem como factores negativos o facto de a direita estar em minoria nesta ocasião, e de neste mandato a situação política e económica se ter deteriorado em demasia, sem que ele tenha tomado uma posição inequívoca e firme para inverter a situação.
Alegre estava até há pouco tempo numa situação muito favorável, que lhe garantia os votos de grande parte da esquerda e dos descontentes, contudo não soube ou não quis demarcar-se dos partidos políticos, nomeadamente do PS, ao não tomar uma posição clara sobre o pantanal de suspeições que atingem José Sócrates.
Nobre por seu lado teria a vantagem de não ser um candidato subordinado ao apoio partidário, mas poderá ter contra si o facto de não ter divulgado as suas ideias para o país de um modo claro e inequívoco.
Eu continuo à espera dos desenvolvimentos desta disputa, guardando para mais tarde uma eventual escolha, que naturalmente pode vir a ser também, o voto em branco.
Nota Importante: Neste post só analisei as candidaturas do regime, porque fora dele já existe uma candidatura de peso protagonizada por Sua Majestade D. Pata Negra sobre a qual me debruçarei numa próxima ocasião.












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