domingo, março 01, 2009

CHAMEM-ME SALOIO…


By Cajó

Já me chamaram muitas coisas, mas agora decidiram chamar-me saloio, porque achei que o episódio da apreensão dos livros com a imagem de um quadro de Courbet na capa, tinha sido caricato e perigoso, pois bastou alguém sentir-se incomodado, ou achar que a imagem não era própria, para logo a polícia actuar.

Fernanda Câncio e Miguel Sousa Tavares vieram logo zurzir em quem se indignou com este acto perfeitamente discricionário, como se fosse completamente irrelevante. Não é necessário recordar que poço antes tinha acontecido o caso do Magalhães, pelos vistos também irrelevante, para os dois detentores da razão, mas não para muitos como eu, que já conhecemos os tiques de outros tempos.

Chamem-me saloio, que eu posso bem com a vossa prosápia, não me chamem é parvo, porque nunca arrumei um caso de justiça de forma tão sumária como a Fernanda Câncio, que afirmou que o caso do Kuku foi um homicídio perpetrado pelo polícia que o atingiu, mesmo antes de se conhecer qualquer decisão de um tribunal, ou porque devido a ser tão saloio ainda não percebi que alguns podem caçar à vontade ainda que isso agrida os outros.

Enxerguem-se, não se julguem perfeitos ou melhores que os outros, porque geralmente isso esbarra no escudo que todos os saloios usam quando os tentam denegrir: vozes de burro não chegam ao céu!

Nota: O Director Nacional da PSP assumiu o «erro» na apreensão dos livros, o que me apraz registar e merece o meu maior respeito pela dignidade demonstrada.



Volta do mercado saloio de Roque Gameiro

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10 comentários:

Pata Negra disse...

No que toca à censura já sabemos que ela floresce nos ambientes que a favorecem!
Quanto aos cus da imagem de baixo - o que querem eles!??
Um abraço sem Espinhos

Anónimo disse...

Ela é nova demais para falar dos que defenderam a Democracia, e ele não se lembra do que o pai passou, embora nem fosse um grande contestatário.
A democrácia socretina é à medida dos dois, e se calhar foram a Espinho bajular o mestre.
Lol

AnarKa

Papoila disse...

Querido Guardião:
Olha também uma gandre saloia, porque quer a censura (des)censurada do magalhãesito, quer a apreensão preventiva do livro pela PSP me propcuram porque é assim que se começa ... esse cartoon do lider com todos os "fieis" ajoelhados sintomático também, e mais perto da realidade que da caricatura...
Beijos

Papoila disse...

ali em cima leia-se "preocuparam" onde está "propcuram" ...

Anónimo disse...

A moça está cega, o tipo ofuscado com a própria imagem, cada um a seu geito a precisar de cuidados médicos.
Bjos da Silvia

Cata-Vento disse...

E eu não sabia que estava no grupo dos saloios. No dos montanheiros, estou com muito orgulho. Nasci na beira serra e muitos "pé de chulé" chamam montanheiros e montanheiras a estas gentes que têm a porta sempre aberta para os visitantes, a mesa posta e um sorriso franco no rosto.
Saloia agora também? Mas que importa isso? Quem foi que o disse? Ahahahah!
Não censuro quem não concorda comigo mas não admito que queiram coarctar a liberdade de opinião por que tanto lutei.

Um abraço fraterno

Angela Ladeiro disse...

Não sou muito apurada para política e por isso não co ntesto. Nem a favor nem contra! mas que sorri com vontade ao ler e ver aqui no seu espaço ...essa é a verdadinha. Por isso vou segui-lo para andar a par...

Angela Ladeiro disse...

Volto para dizer que também sou balança!!!

Jorge P.G disse...

Vergonhosas essa tomadas de defesa dos dois citados, mas que nada me admiraram. Uma, é quem se sabe e faz os trabalhos de casa ao namorado e o outro é um valdevinos que nunca soube o que era trabalhar e queadora que lhe chamem o "enfant gâté" do jornalismo político.
Um e outra nada mais são do que as minhocas que ratam as hortas dos "saloios".
Com sua licença, mando-os daqui
À MERDA!

Cumps.
Jorge P.Guedes

Jorge P.G disse...

Vergonhosas essa tomadas de defesa dos dois citados, mas que nada me admiraram. Uma, é quem se sabe e faz os trabalhos de casa ao namorado e o outro é um valdevinos que nunca soube o que era trabalhar e queadora que lhe chamem o "enfant gâté" do jornalismo político.
Um e outra nada mais são do que as minhocas que ratam as hortas dos "saloios".
Com sua licença, mando-os daqui
À MERDA!

Cumps.
Jorge P.Guedes