Por imperativos de trabalho tive de deslocar-me hoje a Sintra, coisa que já não fazia há algum tempo, e tinham-me incumbido de passar por Queluz para entregar uma encomenda o que eu já calculava, me iria atrapalhar um bocado. Até ao final CREL, junto à saída de Queluz, tudo correu bem, mas o calvário começou logo depois.
Rotundas manhosas e umas alterações de trânsito, que eu não conhecia, obrigaram-me a quase entrar na Amadora, mas lá encontrei uma saída que me conduziu à “famosa” IC-19. Olhei em frente e que grande via com tantas faixas de rodagem, ainda que repleta de automóveis. Passei outra vez pela entrada de Queluz, ali junto ao Palácio e logo me deparo com uma enorme fila. Eram 10 horas da manhã, mas aquilo estava cheio.
Depressa descobri que o tal IC tinha acabado, pelo menos enquanto via com muitas pistas, e estreitava-se para apenas duas, onde dificilmente caberiam dois pesados lado a lado. Os cerca de doze quilómetros até Sintra foram penosos e demorados. Cheguei lá cerca de 28 minutos depois.
Julguei que a minha saga tinha terminado, mas estava redondamente enganado. Fui direito à Piriquita para beber um café e comer um travesseiro, e estacionamento era mentira. Voltas e mais voltas, lá encontrei um estacionamento, pago claro está. Um euro depois, cerca de uma hora e pouco, rumo à Praia das Maçãs para ir ao escritório dos meus sócios. Tentei ir por Monserrate e Seteais, mas eis que umas placas me dissuadem, pois o trânsito estava cortado um pouco à frente. Volto para trás e depois de mais umas voltas, pergunto por um caminho para o meu destino, indicaram-me que descesse perto do Hotel Tivoli e que na linha do eléctrico seguisse para a minha esquerda. Assim fiz, mas a cerca de cento e cinquenta metros, um desvio e dois GNR que com uma simpatia de caserna me disseram que eu tinha ignorado um aviso um pouco antes, e que se queria ir para as praias que seguisse as setas indicativas.
Porreiro, bastava voltar para a entrada de Sintra, mas agora eu estava quase perdido. Lá rumei até à entrada de Sintra e toca a seguir a indicação. Eu devo ser mesmo burro, pois fui dar novamente à estação ferroviária e nada. Parei e toca a perguntar a um taxista, que entre direitas e esquerdas já ía numa boa dezena delas, e eu sem perceber. Vai daí tirei de 20 euros, e pedi encarecidamente ao senhor taxista que me levasse até à estrada das praias, que eu até conhecia bem o caminho junto à linha do eléctrico. Solícito lá cedeu e partiu à minha frente e depois de um engarrafamento brutal numa zona, também esta, em obras, lá conseguimos em 25 minutos, chegar a uma rotunda onde ele após uma breve paragem me indicou finalmente a estrada das praias.
Não me julguem apressadamente, afirmando que eu não tenho GPS, porque a “carroça” até está equipada com um gingarelho desses e actualizado, mas as indicações que ele me dava é que não eram pelos vistos as correctas. Eu acho que o senhor Dr. Fernando Seara se esqueceu de que muitos dos visitantes desta Vila de Sintra, ou são estrangeiros ou pelo menos vêm de fora. Juro que nem consigo entender como é que estava tanta gente lá no Centro Histórico, mas também coitados, se tiverem que dar estas voltinhas todas para encontrar o seu rumo, talvez nunca mais cá queiram voltar.
Os meus sócios é que pagaram as favas. Vão dar-me guarida e lixam-se que me vão pagar o jantar, que é o castigo que lhes dou por me meterem nestas alhadas.
Rotundas manhosas e umas alterações de trânsito, que eu não conhecia, obrigaram-me a quase entrar na Amadora, mas lá encontrei uma saída que me conduziu à “famosa” IC-19. Olhei em frente e que grande via com tantas faixas de rodagem, ainda que repleta de automóveis. Passei outra vez pela entrada de Queluz, ali junto ao Palácio e logo me deparo com uma enorme fila. Eram 10 horas da manhã, mas aquilo estava cheio.
Depressa descobri que o tal IC tinha acabado, pelo menos enquanto via com muitas pistas, e estreitava-se para apenas duas, onde dificilmente caberiam dois pesados lado a lado. Os cerca de doze quilómetros até Sintra foram penosos e demorados. Cheguei lá cerca de 28 minutos depois.
Julguei que a minha saga tinha terminado, mas estava redondamente enganado. Fui direito à Piriquita para beber um café e comer um travesseiro, e estacionamento era mentira. Voltas e mais voltas, lá encontrei um estacionamento, pago claro está. Um euro depois, cerca de uma hora e pouco, rumo à Praia das Maçãs para ir ao escritório dos meus sócios. Tentei ir por Monserrate e Seteais, mas eis que umas placas me dissuadem, pois o trânsito estava cortado um pouco à frente. Volto para trás e depois de mais umas voltas, pergunto por um caminho para o meu destino, indicaram-me que descesse perto do Hotel Tivoli e que na linha do eléctrico seguisse para a minha esquerda. Assim fiz, mas a cerca de cento e cinquenta metros, um desvio e dois GNR que com uma simpatia de caserna me disseram que eu tinha ignorado um aviso um pouco antes, e que se queria ir para as praias que seguisse as setas indicativas.
Porreiro, bastava voltar para a entrada de Sintra, mas agora eu estava quase perdido. Lá rumei até à entrada de Sintra e toca a seguir a indicação. Eu devo ser mesmo burro, pois fui dar novamente à estação ferroviária e nada. Parei e toca a perguntar a um taxista, que entre direitas e esquerdas já ía numa boa dezena delas, e eu sem perceber. Vai daí tirei de 20 euros, e pedi encarecidamente ao senhor taxista que me levasse até à estrada das praias, que eu até conhecia bem o caminho junto à linha do eléctrico. Solícito lá cedeu e partiu à minha frente e depois de um engarrafamento brutal numa zona, também esta, em obras, lá conseguimos em 25 minutos, chegar a uma rotunda onde ele após uma breve paragem me indicou finalmente a estrada das praias.
Não me julguem apressadamente, afirmando que eu não tenho GPS, porque a “carroça” até está equipada com um gingarelho desses e actualizado, mas as indicações que ele me dava é que não eram pelos vistos as correctas. Eu acho que o senhor Dr. Fernando Seara se esqueceu de que muitos dos visitantes desta Vila de Sintra, ou são estrangeiros ou pelo menos vêm de fora. Juro que nem consigo entender como é que estava tanta gente lá no Centro Histórico, mas também coitados, se tiverem que dar estas voltinhas todas para encontrar o seu rumo, talvez nunca mais cá queiram voltar.
Os meus sócios é que pagaram as favas. Vão dar-me guarida e lixam-se que me vão pagar o jantar, que é o castigo que lhes dou por me meterem nestas alhadas.
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