terça-feira, maio 14, 2013

DITO E DESDITO



O executivo comandado por Passos Coelho tem sido fértil em afirmações contraditórias, lançando a confusão em quase todas as suas decisões, trazendo uma instabilidade constante para os cidadãos que já perderam qualquer pingo de confiança que ainda pudesse existir.


A última confusão foi relativa aos despedimentos na função pública, que tinham sido assumidos pelo secretário de Estado, e que horas depois teve um desmentido oficial via comunicado do Ministério das Finanças.


O comunicado conhecido dizia que Héder Rosalino não assumiu despedimentos na Função Pública, nem explicitamente nem implicitamente.


Claro que a comunicação social tinha titulado o contrário, que o governo assumia despedimentos na Função Pública, mas fez mais, citou o secretário de Estado da Administração Pública que disse que o novo regime de requalificação que passará a dar direito ao subsídio de desemprego se aproxima da figura do despedimento, como dizem os sindicatos, e que ele “não assumiria isso como uma crítica, assumiria como uma realidade objectiva”.


Héder Rosalino ainda argumentou que o objectivo desta trapalhada é promover a equidade entre o sector público e privado. Estava o secretário de Estado a referir-se aos despedimentos, tendo até comparado as diferenças entre os funcionários admitidos antes e depois de 2009, dizendo que a a lei garante direitos a uns e não garante a outros.


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Esclarecimento

Já que tanto se fala de equidade, e porque parece que há muita gente que faz confusão fica aqui uma precisão: não julguem que a palavra deriva Equus, como já ouvi por aí, fazendo-se assim confusão com os asnos, que estes sim, são Equus africanus asinus.

2 comentários:

Anónimo disse...

As imagens não estão trocadas? Olha que parece, eheheh
Bjos da Sílvia

Anónimo disse...

Com a falta do revestimento capilar o frio afectou o Teco da cavidade craniana do ajudante...
Lol

AnarKa