segunda-feira, setembro 24, 2012

A FALÊNCIA



Fala-se muito na falência dos países em dificuldades económicas, como Grécia, Portugal e Irlanda, para não falar de outros, mas varre-se para baixo do tapete as responsabilidades de quem conduziu os países a esta situação.

Ao contrário do que sucedeu com a Islândia, nestes países não foi possível responsabilizar e condenar os responsáveis.

Como diria um meu velho professor, os países não vão à falência, mas os povos pagam sempre as duras facturas da incompetência de que não os soube governar. Na realidade estamos a assistir, demasiadamente de perto, à falência das políticas e dos políticos das últimas duas décadas, agravada pela incompetência dos actuais governantes.

A Democracia não se pode confinar aos actos eleitorais, antes tem que se estender à participação cívica dos cidadãos, que têm de tomar consciência de que os governantes só merecem estar no poder se forem honestos e cumprirem as suas promessas.


6 comentários:

Anónimo disse...

Se tivessemos governantes honestos nunca aqui teríamos chegado. A nossa falência é causada pela prosperidade que muitos deles ostentam.
Já acabaram as férias?
Bjos da Sílvia

Metalurgia das letras disse...

"Com todo respeito!" Portugal não merece tais governantes...

maceta disse...

estes caramelos não merecem respeito nenhum e onde está o graveto ??

cumpts

C Valente disse...

A falência deve-se aos roubos e trapaças constantes nestes últimos 30 anos
No tempo da outra senhora roubavam mas de vagar ligeiramente. Hoje é com sofreguidão pois o tempo urge
Saudações amigas

Pata Negra disse...

Um país nunca abre falência desde que não venda o património humano e cultural!
Um abraço com todo o respeito

zeparafuso disse...

Estes cabeças duras, até estão a acabar com a nossa cultura. Não lhes chegava o (des)"acordo ortográfico" têm também que dar o património "de barato".
Abraço!