Mostrar mensagens com a etiqueta Podridão. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Podridão. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, agosto 02, 2013

FERIDOS DE MORTE



A política nacional é composta por muitos protagonistas cuja legitimidade está irremediavelmente arruinada pelo seu passado pouco recomendável para quem pretende abraçar a nobre missão de gerir a coisa pública.

A grande quantidade de políticos ligados ao BPN, a maior burla económica dos nossos tempos, é simplesmente estranha. Muitos passaram pela instituição em altos cargos e afirmam nunca ter sequer desconfiado das irregularidades havidas, e outros beneficiaram de lucros fantásticos e de empréstimos pouco claros, mas todos reclamam ignorar as maroscas.

Também se conhecem figuras ligadas aos dois lados das ruinosas PPP’s, que ora estão a propor esses produtos, ora estão a negociar a sua renegociação. A promiscuidade é absoluta entre o poder económico e o poder político, mas estamos na maior normalidade segundo diz o governo e mesmo o presidente.

O Zé vai pagando as contas deste regabofe, nem que para isso tenha de passar fome, porque boa parte da classe política não tem vergonha nenhuma, e não se afastam dos cargos nem quando deles se desvendam detalhes verdadeiramente escabrosos.



sábado, julho 27, 2013

PODRIDÃO



A burla do BPN já custou aos portugueses mais de 4 mil milhões de euros mas ainda vai dar mais dores de cabeça aos cidadãos cumpridores das suas obrigações e amantes da Justiça.

Pelos vistos ainda há dívidas que podem vir a ser pagas pelos contribuintes, por via da venda do banco ao BIC, que ficou com o banco sem dívidas, por um preço de saldo.

O que custa ainda mais é ver a impunidade dos muitos responsáveis pela SLN e pelo BPN, que andam por aí à solta e ainda se dão ao desplante de fazer afirmações como esta: “isto denota uma certa podridão dos hábitos políticos”.

A podridão dos hábitos tem sido uma característica de políticos que passaram depois por cargos em empresas privadas, não por mérito profissional mas sim pelos contactos privilegiados que mantêm com o poder.

Se a podridão não existisse, há muito que teríamos culpados e mesmo condenados pelas grandes irregularidades públicas e privadas que se vão conhecendo.